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  • Dragon Ball inspira nome de bicampeão da Semana de Vela: Descubra a origem do Kameha Meha e seus segredos

    O Encanto de Dragon Ball nas Águas da Vela

    Para os fãs de Dragon Ball, a conexão entre o universo de Akira Toriyama e o mundo da vela pode parecer improvável, mas o veleiro Kameha Meha prova o contrário. Bicampeão da Semana de Vela, o barco ostenta um nome que remete diretamente ao icônico golpe de energia de Goku, o que gera curiosidade e admiração entre competidores e espectadores. A escolha do nome não é por acaso e reflete uma paixão que navega junto com o esporte.

    Kameha Meha: Um Campeão com História e Inspiração

    O Kameha Meha, que disputa a categoria Clássicos, é um dos principais competidores do torneio. Sua particularidade reside não apenas em seu desempenho nas regatas, mas também na origem de seu nome, um detalhe que poucos imaginam. A homenagem a Dragon Ball confere ao veleiro uma identidade única, misturando a adrenalina da competição com a nostalgia de um dos animes mais influentes de todos os tempos. Essa fusão cultural adiciona uma camada extra de interesse à sua trajetória vitoriosa.

    A Semana de Vela e o Impacto Econômico em Ilhabela

    O evento náutico tradicional, a Semana Internacional de Vela, não é apenas um palco para competições de alto nível como a do Kameha Meha. Segundo o Observatório do Turismo, o evento tem um impacto econômico significativo, projetando a visita de 55 mil pessoas a Ilhabela e uma movimentação de R$ 55,5 milhões. A vela, através de eventos como este, reforça sua importância na economia local, impulsionando setores como hospedagem, gastronomia, comércio e serviços, demonstrando a força do esporte para além das competições.

    Outras Notícias Relevantes do Mundo Náutico

    Enquanto o Kameha Meha celebra suas vitórias, o universo náutico segue aquecido com outras novidades. Robert Scheidt, um dos maiores nomes da vela brasileira, liderará a seleção na “Copa do Mundo da vela”, a SSL Gold Cup 2026, sediada no Rio de Janeiro. Paralelamente, Scheidt também compete na 53ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela a bordo do King. Outra pauta em discussão no Senado é a proposta para disponibilizar gasolina pura e E10 nos postos brasileiros, uma mudança que pode impactar o setor de combustíveis após a aprovação da nova mistura obrigatória de etanol E32.

  • Por que iates acima de 80 pés exigem planejamento patrimonial e operacional sofisticado no Brasil

    Do lazer ao ativo de alto valor: a nova era dos superiates brasileiros

    O mercado náutico brasileiro está passando por uma transformação significativa. Proprietários de embarcações de luxo estão migrando de lanchas grandes para iates com mais de 80 pés, e em alguns casos, ultrapassando os 100 pés. Esse movimento não é apenas uma questão de tamanho, mas de uma mudança de paradigma: o iate deixa de ser apenas um bem de lazer para ser encarado como um ativo de alto valor. Essa evolução impulsiona a necessidade de um planejamento patrimonial e operacional cada vez mais sofisticado, envolvendo governança, controle financeiro e gestão especializada.

    A transição de proprietário de lancha para gestor de operação

    Patricia Davet, fundadora da Lord Howe Yachting & Ocean, destaca que a principal virada ocorre quando o proprietário de uma lancha grande adquire um iate acima de 80 pés. Neste ponto, a gestão da embarcação se transforma na administração de uma operação complexa. O aumento do porte traz consigo desafios técnicos maiores, a exigência de tripulação permanente, manutenção planejada, estrutura financeira robusta, seguros adequados e atenção a questões regulatórias. Embora o capitão continue responsável pela rotina a bordo, o orçamento, a gestão de riscos, a governança e o planejamento de longo prazo demandam uma abordagem profissional.

    Planejamento: o erro de focar apenas no preço de compra

    Um dos equívocos mais comuns entre novos proprietários de iates de alto valor é concentrar-se unicamente no preço de aquisição. Segundo Davet, a decisão de compra deve ser precedida por uma análise aprofundada sobre o uso pretendido da embarcação, a bandeira sob a qual navegará, a estrutura de tripulação, o planejamento patrimonial, o orçamento anual e as expectativas de operação. Tentar organizar essa estrutura após a aquisição pode tornar as escolhas mais caras, limitadas e difíceis de corrigir. Custos frequentemente subestimados incluem tripulação, manutenção e estaleiro, que para iates maiores exigem equipes dedicadas, manutenção preventiva rigorosa, reservas financeiras para intervenções técnicas e possíveis peças importadas.

    Governança e Operação: conceitos distintos e essenciais

    É fundamental diferenciar gestão operacional de governança. Enquanto a gestão operacional cuida do funcionamento diário do iate, a governança estabelece como a propriedade deve funcionar em sua totalidade. Isso abrange a estrutura de controle financeiro, a definição de responsabilidades, os processos de tomada de decisão, a gestão de riscos, o compliance, a continuidade e a transparência para o proprietário. Davet ressalta que a operação executa, enquanto a governança direciona, controla e garante previsibilidade. Essa distinção é crucial, especialmente para iates que operam internacionalmente, onde a bandeira, o compliance e a estrutura patrimonial devem ser considerados de forma integrada, influenciando requisitos técnicos, segurança, documentação, tripulação e tributação em diferentes jurisdições.

    Mercado brasileiro em expansão e a necessidade de um ecossistema robusto

    O Brasil demonstra maturidade para discussões sobre planejamento patrimonial e operacional de iates, embora de forma ainda concentrada. A sofisticação do comprador nacional se reflete na presença de marcas internacionais, que só entram em mercados com demanda e potencial de crescimento. Para Davet, o ecossistema em torno da propriedade de iates ainda precisa evoluir. Isso inclui um planejamento pré-compra mais detalhado, estruturas de governança internacional, compliance, manutenção documentada e uma visão de longo prazo. Para proprietários que operam no exterior, a atenção deve ser redobrada em relação à bandeira, estrutura de propriedade, seguros e regulamentações locais, que variam significativamente entre os países.

    Checklist essencial antes de adquirir um iate maior

    Antes de investir em um iate de maior porte, Davet recomenda uma análise detalhada de pontos como: objetivo de uso, área de navegação, orçamento anual, estrutura de propriedade, bandeira, classificação, seguro, tripulação, custos de manutenção, histórico técnico, plano de docagem, compliance, impostos, liquidez futura e suporte de gestão. A pergunta central não deve ser apenas “qual iate comprar?”, mas sim “qual estrutura permitirá que este iate seja operado de forma eficiente e tenha seu valor preservado ao longo do tempo?”.

  • Lars Grael celebra 40 anos de Semana de Vela de Ilhabela e relembra evolução do evento náutico

    Uma jornada de quatro décadas na raia

    Lars Grael, um dos nomes mais respeitados da vela brasileira, celebra quatro décadas de participação na Semana de Vela de Ilhabela. O evento, que se consolidou como um dos maiores e mais importantes da América Latina, tem uma história intrinsecamente ligada à trajetória de Grael e de muitos outros atletas que viram no torneio um palco para o desenvolvimento do esporte.

    Da paixão à profissionalização: a evolução da Semana de Vela

    Ao longo desses 40 anos, Lars Grael testemunhou e participou ativamente da transformação da Semana de Vela de Ilhabela. O que começou como um evento com um espírito mais amador evoluiu para uma competição de alto nível, com organização impecável, maior visibilidade e um impacto econômico significativo para a cidade. Grael relembra os primeiros anos, as dificuldades e a paixão que sempre moveu os participantes, contrastando com a profissionalização e a estrutura que o evento ostenta hoje.

    Impacto econômico e legado para a vela

    A Semana de Vela de Ilhabela não é apenas uma celebração do esporte, mas também um motor econômico para a região. Segundo o Observatório do Turismo, o evento é esperado para atrair cerca de 55 mil visitantes, gerando uma movimentação financeira de R$ 55,5 milhões. Esse montante reflete a importância da vela na economia local, com reflexos diretos em setores como hospedagem, gastronomia, comércio e serviços. Lars Grael, com sua vasta experiência, ressalta como o crescimento do evento contribui para a popularização da vela e para a formação de novos talentos, inspirados por competições de renome como esta.

    Famílias e gerações unidas pelo amor ao mar

    A Semana de Vela de Ilhabela também se destaca por ser um evento que une gerações. Um exemplo notável é a família Umbuzeiro, que disputa a 53ª edição com um trio de embarcações que carregam o mesmo nome, perpetuando uma história que atravessa gerações. Essa tradição familiar demonstra o forte vínculo emocional que o esporte e o evento criam, fortalecendo laços e transmitindo a paixão pela vela para as novas gerações.

  • Cinco Gerações de Velejadores da Família Umbuzeiro Competem Juntas na Semana de Vela de Ilhabela

    Uma Família, Um Legado nas Águas

    A Semana Internacional de Vela de Ilhabela (SIVI) não é apenas uma competição, mas um palco para histórias que atravessam gerações. Na 53ª edição do renomado evento, a família Umbuzeiro demonstra a força de sua tradição ao colocar cinco gerações de velejadores na raia. A paixão pelo esporte, passada de pais para filhos, netos e bisnetos, se manifesta através de um trio de embarcações que ostentam o mesmo nome, um elo simbólico que une o passado, o presente e o futuro da família no universo da vela.

    A Força da Tradição Familiar na Vela

    O evento náutico, que tradicionalmente atrai milhares de visitantes e movimenta a economia local, serve como ponto de encontro para a família Umbuzeiro. A disputa na raia de Ilhabela transcende a competição em si, tornando-se uma celebração do vínculo familiar e do legado construído em torno do esporte. O nome das embarcações, escolhido para honrar a linhagem, reforça a identidade e a história que cada membro da família carrega consigo ao cruzar a linha de largada.

    Impacto Econômico e Social da Semana de Vela

    Além da rica história familiar, a Semana de Vela de Ilhabela reafirma sua importância econômica para a região. Segundo o Observatório do Turismo, o evento é responsável por atrair cerca de 55 mil visitantes, injetando aproximadamente R$ 55,5 milhões na economia local. Esse impacto se reflete em diversos setores, como hospedagem, gastronomia, comércio e serviços, consolidando a vela como um vetor de desenvolvimento para Ilhabela.

    Um Legado que Inspira Novas Gerações

    A presença de cinco gerações da família Umbuzeiro na 53ª SIVI é um testemunho inspirador da longevidade e do poder de união que o esporte náutico pode proporcionar. Cada regata disputada é uma página escrita na história familiar, um momento de aprendizado e de fortalecimento dos laços, garantindo que a paixão pela vela continue a navegar por muitos e muitos anos.

  • Victory 348 Ride: Conheça a Lancha Oceânica que Transforma Passeios em Experiências Memoráveis com Autonomia Incrível

    Casco Robusto e Versatilidade Marítima

    Desde 2007, a Victory Yachts, estaleiro paranaense, tem se destacado na fabricação de lanchas, inicialmente voltadas à pesca esportiva. Contudo, a proposta da marca vai além, e a Victory 348 é um exemplo claro dessa evolução. Disponível em três versões – Ride, Sport e Open Sea –, o modelo compartilha o mesmo casco robusto, mas oferece diferentes layouts internos e opções de motorização de popa a gasolina, variando de 2 x 250 a 2 x 400 hp.

    Enquanto a versão Open Sea é dedicada à pesca oceânica, a Ride preserva as qualidades marinheiras e a construção de excelência da versão original, adaptando-se para convivência, descanso e atividades recreativas. Essa configuração a torna uma embarcação multiuso, ideal para passeios diurnos e até mesmo pescas costeiras, alinhada a uma tendência crescente no mercado americano de consoles centrais versáteis.

    Espaços Externos Otimizados para Convivência e Lazer

    O projeto da Victory 348 Ride prioriza claramente os espaços externos, com três áreas sociais bem definidas: proa, popa e o posto de comando. Essas áreas facilitam a interação a bordo, seja com o barco ancorado ou em navegação. A plataforma de popa, apesar de reduzida devido à motorização de popa, permite circulação e conta com bancos modulares inteligentes. Os encostos podem ser reconfigurados para criar um espaço ideal para mergulhos e pesca submarina, facilitando o acesso à água.

    Um chuveirinho de água salgada com mangueira longa é prático para quem chega à embarcação com os pés sujos de areia. A bancada de apoio atrás do posto de comando reforça o caráter recreativo, equipada com pia, caixas térmicas, gavetas e lixeira, com opção de módulo gourmet. A instalação de um toldo é possível, com o barco preparado com trilhos sobre o hard-top para sombrear toda a área.

    As amuradas largas, equipadas com porta-copos e porta-varas, servem como assentos informais, ampliando as possibilidades de acomodação. Todo o espaço nas amuradas é aproveitável, com locais para equipamentos como arpoões, sem comprometer a circulação. Os corredores laterais amplos e bem dimensionados permitem transitar livremente da popa à proa, mesmo em movimento.

    Na proa, um sofá em “U” acomoda até seis pessoas, complementado por um solário e um banco frontal ao posto de comando. A área de proa conta ainda com caixa térmica, mesa central, quatro tomadas USB e dois chuveirinhos (doce e salgada), além de pegadores de mão firmes e bem posicionados. Bordas largas e áreas antiderrapantes garantem segurança, e o espaço pode ser usado de forma utilitária para pesca ou como plataforma de apoio para mergulho.

    Comando Ergonômico e Navegação Prazerosa

    O posto de comando da Victory 348 Ride acomoda confortavelmente três pessoas lado a lado, com assentos individuais, apoios de braço e para os pés, permitindo pilotagem sentada ou em pé. O painel é amplo e organizado, com duas telas de 12 polegadas para eletrônicos de navegação. A leitura dos instrumentos é frontal e ergonômica, e o para-brisa oferece boa proteção contra respingos. O hard-top, com estrutura sólida e colunas de aço inoxidável, possui uma gaiuta que, quando aberta, funciona como um climatizador natural em dias quentes.

    O posto de comando é um dos pontos altos da embarcação, proporcionando uma experiência de pilotagem prazerosa. A lancha demonstra um acerto excepcional entre casco, centro de gravidade e motorização, entrando em planeio rapidamente e respondendo com docilidade ao timão, sem a necessidade de constantes ajustes de trim ou flapes.

    Autonomia e Desempenho Acima da Média

    Em testes realizados no litoral de São Paulo, com dois motores de popa de 300 hp cada, a Victory 348 Ride demonstrou um desempenho notável. A aceleração de 0 a 20 nós ocorre em cerca de 7,5 segundos, um tempo impressionante para embarcações deste porte. O grande diferencial, contudo, é a autonomia: a aproximadamente 3.500 rpm, navegando a 25,6 nós, a lancha pode atingir 333 milhas náuticas em mar calmo e ventos fracos. Este alcance é mais de 50% superior à média do segmento, estimada em 200 milhas.

    Essa autonomia permite viagens longas sem necessidade de paradas frequentes para reabastecimento, como ir do Rio de Janeiro a Santos sem escalas. A Victory 348 Ride se consolida como uma lancha de passeio atípica, focada na navegação, segurança e uso intensivo das áreas externas, oferecendo um conjunto equilibrado com robustez estrutural e comportamento dinâmico exemplar. É uma opção ideal para quem busca passeios seguros e a tranquilidade de um casco oceânico projetado para as condições do litoral brasileiro.

  • Martine Grael Lidera Mubadala em Portsmouth com Novo Formato do SailGP; Espanha Vence e Brasil Termina em Último

    Martine Grael Retoma Comando do Mubadala Brazil SailGP em Etapa Desafiadora em Portsmouth

    A etapa de Portsmouth do SailGP, realizada na Inglaterra, marcou o retorno de Martine Grael à capitania do Mubadala Brazil SailGP Team. A competição, que ocorreu neste fim de semana com ventos fortes no Solent, também introduziu um novo formato de disputa com a divisão das 13 equipes em dois grupos. Apesar das novidades e do esforço da equipe brasileira, a etapa terminou com a vitória da Espanha e o Brasil na última colocação.

    Novo Formato de Disputa e Ventos Fortes em Portsmouth

    O fim de semana competitivo em Portsmouth foi caracterizado por condições climáticas desafiadoras, com ventos intensos que exigiram o uso da asa de 18 metros do F50 brasileiro. O novo formato, que divide a frota em grupos para baterias classificatórias antes da soma de pontos, foi testado pela primeira vez no Canadá e oficializado na Inglaterra, com a intenção de ser mantido até o final da temporada. A Espanha, com sua equipe “Los Gallos”, conquistou o pódio, seguida pela Suécia e pelo Canadá, marcando o segundo título consecutivo espanhol.

    Desempenho do Brasil e Incidente Prejudica Pontuação

    A volta de Martine Grael ao posto de capitã foi um dos destaques para a equipe brasileira. No entanto, a participação do Mubadala Brazil foi interrompida por um incidente com uma marca do percurso, que causou danos à embarcação e impediu a continuidade da equipe em parte da disputa. Como consequência, o júri da competição aplicou uma penalidade de quatro pontos ao time brasileiro. Nos dias de regata, o Mubadala terminou as provas do Grupo A em sexta, sétima e sétima posições no sábado. No domingo, as regatas classificatórias renderam um quinto lugar em ambas as disputas.

    Classificação Geral e Próximos Passos do Mubadala Brazil

    Com os resultados em Portsmouth, o Mubadala Brazil SailGP Team manteve a 13ª e última colocação na classificação geral do circuito, somando oito pontos. A Austrália lidera o campeonato, seguida de perto pela Espanha e pela Suécia. A equipe brasileira terá sua próxima oportunidade de competir nos dias 22 e 23 de agosto, na Alemanha, durante o ROCKWOOL Germany Sail Grand Prix | Sassnitz, que marca a segunda parada da gira europeia da temporada 2026.

  • Gasolina Pura e E10: Proposta no Senado Busca Opções Menos Etanol para Consumidores e Setores Específicos

    Nova Mistura de Etanol Gera Debate

    A recente aprovação da mistura obrigatória de 32% de etanol na gasolina (E32) no Brasil tem gerado preocupações em diversos setores industriais e entre consumidores. A alteração na composição do combustível levanta questionamentos sobre os possíveis danos a equipamentos e motores que não foram projetados para lidar com um teor tão elevado de etanol.

    Proposta de Opção no Senado

    Em resposta a essa polêmica, uma ideia legislativa foi apresentada ao Senado Federal com o objetivo de tornar opcional a compra de gasolina pura (E0) ou gasolina com 10% de etanol (E10) nos postos brasileiros. A proposta, que busca apoio popular até 19 de novembro, precisa alcançar 20 mil assinaturas para se tornar uma sugestão legislativa a ser debatida pelos senadores.

    Argumentos da Proposta

    A iniciativa, originada em São Paulo, baseia seu argumento na falta de opções de combustíveis com menor teor de etanol no mercado nacional. Diferentemente de países como os Estados Unidos, onde os consumidores podem escolher entre E0, E10 ou E15, no Brasil a oferta se resume à mistura obrigatória. A proposta defende a inclusão de gasolina E10 e E0 como opções adicionais e opcionais, sem a necessidade de alterar a mistura já estabelecida.

    Impactos no Setor Náutico

    O setor náutico é um dos mais afetados pelas mudanças na composição da gasolina. Especialistas alertam que o teor de 32% de etanol pode causar danos a motores de embarcações e comprometer a segurança. Capitão Márcio Dottori, consultor técnico em navegação, e Eduardo Colunna, presidente da Acobar, destacaram os riscos para fabricantes e usuários de barcos. O apoio à ideia legislativa pode ser feito através do portal e-Cidadania.

  • Semana Internacional de Vela em Ilhabela: Evento Náutico Promete Movimentar R$ 55,5 Milhões com 55 Mil Visitantes

    Impacto Econômico Esperado

    A 53ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela (SIVI) tem previsão de atrair cerca de 55 mil visitantes, gerando uma movimentação econômica estimada em R$ 55,5 milhões. Segundo o Observatório do Turismo, o evento, reconhecido por sua tradição no cenário náutico, demonstra a forte influência da vela no desenvolvimento econômico da região. Os reflexos positivos se estendem por diversos setores, incluindo hospedagem, gastronomia, comércio e serviços, beneficiando diretamente a comunidade local.

    Vela como Motor de Desenvolvimento

    A SIVI não é apenas uma competição esportiva de alto nível, mas também um catalisador para a economia de Ilhabela. A chegada de milhares de turistas e entusiastas da vela movimenta a rede hoteleira, restaurantes e o comércio local. A organização do evento e a infraestrutura necessária para receber os participantes e espectadores também criam oportunidades de trabalho e geram renda durante o período.

    Tradição e Família na Raia

    Um dos destaques desta edição é a participação de quatro gerações da mesma família, os Umbuzeiro, que competem com um trio de embarcações que compartilham o mesmo nome. Essa tradição familiar na vela ressalta a importância do esporte como elo entre gerações e sua contribuição para a cultura náutica da cidade.

    Outros Destaques do Mundo Náutico

    Paralelamente à SIVI, o universo da náutica apresenta outras novidades. Uma ideia em discussão no Senado busca a disponibilização de gasolina pura e E10 nos postos brasileiros, após a aprovação da nova mistura obrigatória de etanol E32. No cenário internacional, a atleta Martine Grael retorna ao comando do time Mubadala na etapa de Portsmouth do SailGP, que enfrentou ventos fortes e um novo formato de disputa. Além disso, a lancha Victory 348 Ride, com vocação oceânica e proposta voltada para passeios, tem se destacado pelo desempenho empolgante e pela experiência completa que oferece aos usuários.

  • Seaflo Expande no Brasil: Presidente Revela Planos de Investimento e Inovação em Fábrica na China

    Seaflo Vê Brasil como Mercado Estratégico para Crescimento Global

    O Brasil tem se consolidado como um mercado crucial na estratégia de expansão global da Seaflo. Lin Guojin, presidente da empresa, destacou em entrevista exclusiva ao Bombarco, durante visita à fábrica na China, que o fortalecimento de parcerias locais e o desenvolvimento de produtos customizados para as necessidades do mercado brasileiro são pilares fundamentais para o crescimento sustentável da companhia.

    “A Seaflo sempre busca um desenvolvimento sustentável de longo prazo. No mercado brasileiro queremos aprofundar nossa cooperação com parceiros locais para desenvolver produtos cada vez mais adequados às necessidades dos clientes brasileiros, ampliando nosso portfólio e criando valor para o mercado”, afirmou Guojin. Atualmente, a Seaflo distribui seus produtos em mais de 140 países, atendendo diversos setores como o náutico, agrícola, de motorhomes e aplicações outdoor.

    Parceria com a Seariver Impulsiona Expansão e Desenvolvimento no Brasil

    A consolidação da Seaflo no mercado brasileiro é impulsionada pela parceria estratégica com a Seariver, distribuidora exclusiva da marca no país. Essa colaboração de longa data visa não apenas fortalecer a presença da Seaflo, mas também garantir um suporte técnico e pós-venda de excelência aos consumidores brasileiros.

    A proximidade entre fabricante e distribuidor permite que as demandas específicas do mercado nacional sejam diretamente repassadas à equipe de engenharia da Seaflo, agilizando o desenvolvimento e a adaptação de novos produtos. Essa sinergia é essencial para que a empresa continue a oferecer soluções inovadoras e de alta qualidade para o segmento náutico e outros mercados.

    Produção Rigorosa e Controle de Qualidade Elevado nas Bombas Seaflo

    A visita à linha de produção revelou o meticuloso processo de fabricação das bombas para embarcações. Desde a produção das peças plásticas e metálicas até a montagem final com motores e componentes eletrônicos, cada etapa é controlada para garantir a máxima qualidade. Um dos destaques é a bomba de pressurização inteligente, que ajusta a pressão da água automaticamente, proporcionando maior conforto e economia.

    O controle de qualidade é um diferencial marcante. Todas as bombas passam por testes hidráulicos individuais, o que explica a presença de pequenas gotas de água em alguns equipamentos recém-adquiridos – um sinal de que o produto passou por rigorosas verificações de fábrica. Amostras são retiradas continuamente para ensaios de pressão, consumo elétrico e desempenho geral. Além disso, cada unidade recebe um número de série gravado a laser para rastreabilidade completa de sua produção.

    Investimento em Inovação e Durabilidade Através de Laboratórios Avançados

    O laboratório de desenvolvimento da Seaflo demonstra o compromisso da empresa com a inovação e a longevidade de seus produtos. Equipamentos são submetidos a testes contínuos que simulam anos de uso em condições extremas, incluindo resistência à água salgada, variações de temperatura e vibração. Quando falhas ocorrem, a desmontagem e análise detalhada dos componentes pela equipe de engenharia permitem aperfeiçoar designs futuros e aumentar a durabilidade.

    A Seaflo também fabrica uma vasta gama de produtos outdoor, como caiaques e tanques plásticos, além de soluções para o mercado náutico, incluindo sanitários, sistemas hidráulicos, iluminação e diversos acessórios. A visita à fábrica e às instalações complementares permitiu compreender a amplitude da atuação da empresa e seu investimento contínuo em engenharia e processos produtivos para liderar o mercado global e atender com excelência o consumidor brasileiro.

  • Missão Quase Impossível: Amigos Rebocam Veleiro por 2.000 km de Salvador a Ilhabela para a Semana de Vela

    Uma Aventura Marítima em Terra Firme

    O que parecia uma ideia ousada se tornou realidade para um grupo de amigos apaixonados por vela. A 53ª Semana de Vela de Ilhabela, um dos eventos náuticos mais prestigiados do Brasil, seria o palco de celebração para a equipe, mas o trajeto de Salvador (BA) até o destino final, em Ilhabela (SP), apresentava um desafio logístico incomum: rebocar um veleiro por aproximadamente 2.000 quilômetros.

    Planejamento e Execução Detalhados

    A empreitada, que começou a ser gestada há dois meses, exigiu um planejamento minucioso. A primeira etapa foi a aquisição do veleiro que seria transportado. Em seguida, o foco se voltou para a preparação do veículo de reboque. Um carro foi reformado especificamente para a longa viagem, e um reboque, peça crucial para o transporte da embarcação, foi conseguido por empréstimo, evidenciando o espírito colaborativo e a determinação do grupo.

    A Semana de Vela e Suas Atrações

    O evento, que segue até 1º de agosto, não é apenas palco para as competições aquáticas. O Secretário de Esporte e Lazer, Harry Finger, destacou as atrações do Race Village, o espaço dedicado ao público. Shows, passeios gratuitos de escuna, atividades educativas e opções de lazer para toda a família compõem a programação, tornando a Semana de Vela de Ilhabela um evento completo, que vai além das regatas.

    Inspiração e Paixão pela Vela

    A história desses amigos que cruzaram o país rebocando um veleiro para participar de um evento esportivo é um testemunho da paixão que move a comunidade náutica. O esforço e a dedicação envolvidos na logística demonstram o quanto a Semana de Vela de Ilhabela é um objetivo almejado por velejadores de todo o Brasil, inspirando outros a perseguirem seus sonhos, mesmo quando o caminho é tão desafiador quanto o mar.