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  • O Mistério da Praia do Cassino: Por Que Objetos Desaparecem e Reaparecem na “Maior Praia do Mundo”?

    O Mistério da Praia do Cassino: Por Que Objetos Desaparecem e Reaparecem na “Maior Praia do Mundo”?

    O Mistério da Praia do Cassino: Por Que Objetos Desaparecem e Reaparecem na “Maior Praia do Mundo”?

    Fenômeno intrigante na costa gaúcha, que se estende por mais de 220 km, tem explicação científica ligada à dinâmica costeira e à mobilidade da areia.

    A Praia do Cassino, um trecho impressionante de mais de 220 km de extensão entre Rio Grande e a Barra do Chuí, no Rio Grande do Sul, é conhecida não apenas por seu tamanho monumental, mas também por um fenômeno peculiar que intriga seus frequentadores: objetos desaparecem misteriosamente na areia molhada e, dias depois, ressurgem próximos ao mesmo local.

    A Ciência por Trás do “Mar com Memória”

    Embora o folclore local atribua o feito à sabedoria do mar, a explicação científica para esse enigma é mais terrena e reside na dinâmica costeira. Pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) apontam que a Praia do Cassino é caracterizada por uma alta energia, com mar aberto, ventos intensos e uma notável mobilidade de sedimentos. A areia fina e a ampla zona de arrebentação fazem com que ondas e correntes remodelam a faixa de areia constantemente, chegando a enterrar temporariamente pertences como anéis, óculos, chaves e até carteiras.

    O Ciclo de Desaparecimento e Reaparecimento

    O que parece um desaparecimento mágico tem uma lógica natural. A areia, em constante movimento, pode soterrar objetos, tornando-os invisíveis. O reaparecimento, por sua vez, está ligado a dois fatores principais. Primeiro, a costa ser extremamente reta, com poucas referências visuais, o que cria a sensação de que o objeto voltou ao exato ponto. Segundo, o movimento cíclico do sedimento. Em dias de ondas fortes, a areia é levada para áreas mais profundas; em mares calmos, ela retorna, redistribuída pela arrebentação. Objetos soterrados acompanham esse ciclo, emergindo quando a área onde estavam enterrados é novamente movimentada.

    Um Ambiente em Constante Transformação

    A Praia do Cassino é considerada um dos ambientes costeiros mais dinâmicos do Brasil. A combinação de ventos fortes, correntes intensas, ondas frequentes e variações na maré contribui para essa instabilidade. Essa característica explica não apenas o sumiço e reaparecimento de objetos pessoais, mas também a presença de troncos, restos de embarcações e outros detritos trazidos pela força do mar.

    A Identidade Local e a Natureza da Praia

    Para os moradores da região, a expressão “o mar tem memória” transcendeu a ciência e se tornou parte da identidade local. Relatos de pertences reencontrados, por vezes intactos, reforçam essa crença geracional. Embora estudos específicos sobre o reaparecimento de objetos sejam escassos, oceanógrafos confirmam que o comportamento da Praia do Cassino é típico de praias de mar aberto. A classificação como “maior praia do mundo” — defendida por instituições brasileiras e citada em materiais turísticos — embora debatida em seus critérios, ressalta a singularidade de sua extensão reta, um fator crucial para o fenômeno observado pelos frequentadores.

  • Superiate de Luxo de Bilionário da Carne Seca, o ‘Missing Link’, é Vendido por Mais de R$ 120 Milhões

    Superiate de Luxo de Bilionário da Carne Seca, o ‘Missing Link’, é Vendido por Mais de R$ 120 Milhões

    Superiate de Luxo de Bilionário da Carne Seca, o ‘Missing Link’, é Vendido por Mais de R$ 120 Milhões

    A embarcação de 43 metros, que pertenceu ao fundador da Jack Link’s Beef Jerky, oferece conforto de mansão flutuante com cinco cabines e amplo espaço de lazer.

    O luxuoso superiate ‘Missing Link’, que ostentava o título de mansão flutuante do bilionário Jack Link, fundador da Jack Link’s Beef Jerky, a maior empresa de carne seca do mundo, foi vendido por um valor expressivo de cerca de R$ 128 milhões (US$ 23,9 milhões). A transação, ocorrida no início de 2026, marca o fim de uma era para a embarcação, que esteve sob posse de Link desde 2015.

    Um Ícone de Luxo e Conforto no Mar

    Com 43 metros de comprimento e um projeto assinado pela Christensen, o ‘Missing Link’ foi concebido para oferecer o máximo de conforto e exclusividade. A sua arquitetura naval, combinada com o design interior da renomada designer americana Carol Williamson, resultou em uma embarcação única. É o único iate da Christensen na série de 43 metros, apresentando uma boca larga de nove metros, característica que lhe confere estabilidade e espaço interno notáveis, comparáveis a modelos maiores.

    Acomodações e Lazer para Convidados Exigentes

    O superiate acomoda confortavelmente até 12 hóspedes, distribuídos em cinco cabines luxuosas. A suíte máster, localizada no convés principal, ocupa toda a largura da embarcação e dispõe de um escritório privativo, área de estar, dois closets e banheiros separados, além de uma banheira de hidromassagem. No convés inferior, encontram-se duas cabines VIP com camas king-size, uma cabine com cama queen-size e outra com duas camas de solteiro e beliche, todas com banheiros privativos. A embarcação também conta com acomodações para uma tripulação de oito pessoas.

    Espaços Sociais e Áreas de Convivência Sofisticadas

    O ‘Missing Link’ foi projetado para o entretenimento e a socialização. O convés de popa convida os hóspedes a relaxar em grandes sofás, mesas de mármore, um bar e uma ampla televisão. Adentrando o interior, um espaçoso salão principal, com um sofá em formato de “U”, proporciona um ambiente acolhedor para conversas e convívio. Para ocasiões mais íntimas, uma área de jantar na proa acomoda até 10 pessoas.

    Tecnologia e Desempenho de Ponta

    O interior da embarcação é marcado pelo uso de madeiras escuras contrastando com móveis claros e estofados texturizados. Um elevador conecta os quatro deques, e uma escadaria curva revestida de mármore adiciona um toque de elegância. Para o lazer ao ar livre, o skylounge oferece um segundo bar, área de estar e jantar externa, e uma lareira. O terraço conta com jacuzzi, espreguiçadeiras e um balcão. O superiate está equipado com um heliponto e uma gama completa de equipamentos náuticos, incluindo um barco de resgate, dois jets skis e equipamentos de mergulho. Movido por dois motores MTU, o ‘Missing Link’ atinge uma velocidade máxima de 15 nós e possui autonomia de 3 mil milhas náuticas, além de estabilizadores Quantum que garantem navegação suave.

  • 4ª Regata Recife/Serrambi: Vela Oceânica Abre Temporada 2026 em Pernambuco com Mais de 150 Velejadores

    4ª Regata Recife/Serrambi: Vela Oceânica Abre Temporada 2026 em Pernambuco com Mais de 150 Velejadores

    Largada Oficial da Temporada

    A 4ª Regata Recife/Serrambi marca o início oficial da temporada 2026 da vela oceânica em Pernambuco neste sábado (24). A prova reunirá mais de 150 velejadores e aproximadamente 20 embarcações em um percurso desafiador pelo Litoral Sul do estado.

    Percurso e Desafio

    Com largada prevista para as 7h nas proximidades do Porto do Recife, os veleiros percorrerão cerca de 35 milhas náuticas (aproximadamente 65 km) até a Praia da Enseadinha, em Serrambi, Ipojuca. A regata não testa apenas a habilidade técnica e a resistência das tripulações, mas também a capacidade de leitura de vento e estratégia em meio às belas paisagens do litoral pernambucano.

    Organização e Tradição

    Organizada pelo Cabanga Iate Clube de Pernambuco, em colaboração com a Flotilha Recifense de Veleiros de Oceano (FREVO) e a Federação Pernambucana de Vela (FPVela), a Regata Recife/Serrambi consolida-se como um evento de abertura do calendário náutico no Nordeste.

    Recorde e Categorias

    Na edição de 2025, o Fita Azul foi conquistado pelo veleiro Maguni, de Rafael Chiara, que completou o trajeto em 4h19min. A competição deste ano recebe embarcações das classes RGS A, RGS B, MOCRA Regata, MOCRA Cruzeiro e Classe Aberta, prometendo uma disputa acirrada.

  • Museus da Marinha do Brasil: Um Mergulho na História Naval com Programações Especiais

    Museus da Marinha do Brasil: Um Mergulho na História Naval com Programações Especiais

    A Marinha do Brasil (MB) convida o público a explorar seu rico patrimônio naval através de diversos museus espalhados pelo país. Esses espaços oferecem uma jornada educativa e divertida pela história marítima, com exposições que vão desde a formação do Brasil até as inovações na aviação naval e na oceanografia. Durante as férias escolares, alguns museus ampliam seus horários, tornando-se destinos ideais para passeios em família.

    Espaço Cultural da Marinha (Rio de Janeiro): História e Arte na Orla Conde

    Localizado na Orla Conde, no Rio de Janeiro, o Espaço Cultural da Marinha abriga um acervo significativo da história da Força Naval. O museu funciona de terça a domingo, das 11h às 17h, com início às 10h em janeiro. Os ingressos custam de R$ 10 a R$ 20, com gratuidade às terças-feiras (exceto feriados). As exposições permanentes incluem “O Poder Naval na Formação do Brasil” e “Um Neogótico em Terras Tropicais”. Destacam-se ainda as mostras temporárias “A Segunda Guerra Mundial pelo Arquivo da Marinha” (até fevereiro de 2026) e “Todas as Histórias se Perdem – Palavras do Passado” (até 1º de fevereiro).

    Museu da Aviação Naval (São Pedro da Aldeia – RJ): Imersão na Força Aeronaval

    Com entrada gratuita, o Museu da Aviação Naval, em São Pedro da Aldeia (RJ), preserva a história da aviação a bordo de navios. O acervo conta com aeronaves originais e réplicas, equipamentos, maquetes e documentos. Visitas em grupo (10 a 50 pessoas) requerem agendamento pelo e-mail [email protected]. O museu opera de quarta a domingo.

    Museu do Corpo de Fuzileiros Navais (Rio de Janeiro): Interatividade na Fortaleza Histórica

    Considerado um dos museus navais mais interativos, o Museu do Corpo de Fuzileiros Navais está situado na Fortaleza de São José da Ilha das Cobras, no Rio de Janeiro. Instalado em túneis históricos dos séculos 17 e 18, o espaço expõe obras de arte, documentos, armamentos, uniformes e artefatos de naufrágios, oferecendo também simulações de contextos de guerra. A entrada é gratuita, com funcionamento de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 16h.

    Museu Oceanográfico (Arraial do Cabo – RJ): Explorando as Profundezas Marinhas

    Em Arraial do Cabo (RJ), o Museu Oceanográfico da Marinha oferece uma janela para o mundo subaquático. O museu funciona de terça a domingo, das 14h às 17h, com horários estendidos aos sábados, domingos e feriados durante a alta temporada (dezembro a fevereiro e julho), indo até às 18h. Os ingressos custam de R$ 5 a R$ 10 e são pagos em dinheiro. As exposições abordam naufrágios, oceanografia, geologia e biologia, com a adição de óculos de realidade virtual para experiências imersivas. A mostra do pintor Ailton Salles está em exibição durante janeiro.

    Museu Náutico da Bahia (Salvador): Navegação e História no Forte Histórico

    No icônico Forte de Santo Antônio da Barra, em Salvador, o Museu Náutico da Bahia narra a história da navegação, sinalização náutica, hidrografia e arqueologia submarina da Baía de Todos-os-Santos. O museu opera diariamente, das 9h às 18h, com ingressos entre R$ 10 e R$ 20. Há gratuidade para grupos de instituições públicas e filantrópicas, além de descontos progressivos para instituições particulares.

  • Não é IA: baleia pega onda ao lado de surfista na Austrália; assista!

    Não é IA: baleia pega onda ao lado de surfista na Austrália; assista!

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    "title": "Baleia-de-Bryde Surpreende Surfista em Lennox Head, Austrália, Pegando Onda ao Lado Dele",
    "subtitle": "Momento raro e mágico, capturado por drone, revela a beleza da vida marinha interagindo com esportistas em uma das costas mais famosas para o surf.",
    "content_html": "<h3>Um Encontro Inesperado no Mar</h3>n<p>As águas cristalinas de Lennox Head, na Austrália, foram palco de um espetáculo natural impressionante. Uma baleia-de-bryde (Balaenoptera brydei) foi flagrada pegando uma onda exatamente ao lado de um surfista, em um momento que desafia a imaginação e celebra a coexistência entre humanos e a vida marinha. O animal, com uma aparente maestria, posicionou-se estrategicamente, esperou a onda perfeita e a surfou com elegância, para o deleite de quem testemunhou a cena.</p>nn<h3>O Olhar do Drone e a Fama do Registro</h3>n<p>O fotógrafo Daniel Cook, com o auxílio de um drone, conseguiu eternizar este instante único. A publicação das imagens rapidamente viralizou, atraindo a atenção de milhares de pessoas, incluindo o próprio surfista que, por um breve momento, teve sua onda "roubada" pela majestosa criatura marinha. Cook relatou que o surfista, inicialmente, pensou ter avistado um grande tubarão branco, o que adiciona um elemento de surpresa e alívio à história. A qualidade profissional do registro garante que a experiência, antes difícil de acreditar, agora pode ser compartilhada e apreciada por muitos.</p>nn<h3>Lennox Head: Um Santuário do Surf e da Biodiversidade</h3>n<p>Lennox Head é mundialmente reconhecida como um polo do surf, com uma cultura intrinsecamente ligada ao oceano. Sua costa, declarada Reserva Nacional de Surf em 2007, é um reflexo da importância cultural e esportiva da região. A área está sob a influência do Cape Byron Marine Park, um parque marinho protegido que abriga uma vasta biodiversidade. O vídeo capturado por Cook não apenas documenta o encontro com a baleia, mas também revela a riqueza do ecossistema local, com a presença de golfinhos e cardumes de peixes, evidenciando a saúde e a vitalidade deste ambiente marinho.</p>nn<h3>Um Lembrete da Magia do Oceano</h3>n<p>Este evento extraordinário serve como um poderoso lembrete da beleza e das surpresas que o oceano reserva. A interação pacífica e majestosa entre a baleia e o surfista em Lennox Head inspira admiração e reforça a importância da conservação marinha, permitindo que tais momentos mágicos continuem a acontecer, conectando o homem à natureza de formas inesperadas e maravilhosas.</p>"
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  • Alugue o Black Pearl: O Megaiate à Vela Mais Luxuoso do Mundo Por R$ 5,2 Milhões Semanais

    Alugue o Black Pearl: O Megaiate à Vela Mais Luxuoso do Mundo Por R$ 5,2 Milhões Semanais

    Um Novo Nível de Luxo Náutico: Conheça o Black Pearl

    O famoso megaiate à vela Black Pearl, sinônimo de luxo e tecnologia, está disponível para locação através da IYC. Com impressionantes 105 metros de comprimento, esta joia náutica oferece uma experiência incomparável, com aluguéis semanais a partir de 830 mil euros (aproximadamente R$ 5,2 milhões em janeiro de 2026). O itinerário da embarcação já está traçado até setembro de 2027, garantindo oportunidades únicas para explorar os mares mais cobiçados do mundo.

    História e Oportunidade de Charter

    Lançado em 2018, o Black Pearl pertenceu a um bilionário do ramo de cimento. Após seu falecimento em 2021, a embarcação começou a ser oferecida para charter durante a disputa pela herança, visando cobrir os altos custos de manutenção anual, estimados em cerca de R$ 1 bilhão. Apesar do valor expressivo do aluguel, ele se posiciona de forma competitiva no mercado de superiates de luxo, com outras embarcações no catálogo da IYC ultrapassando os R$ 11,7 milhões semanais.

    Itinerários Exclusivos Pelo Globo

    Caribe e América Central (Janeiro a Abril de 2026 e Outubro de 2026 a Abril de 2027): Navegue por destinos paradisíacos como as Bermudas, Ilhas de Sotavento, Ilhas Virgens Britânicas, México e Costa Rica, com tarifas a partir de 830 mil euros por semana.

    Mediterrâneo e Norte da Europa (Maio a Setembro de 2026): Explore a rica cultura e paisagens deslumbrantes da Itália, França, Grécia, Croácia, Montenegro, Albânia, Eslovênia, Noruega e Suécia, com valores semanais a partir de 950 mil euros.

    Pacífico Sul (Maio a Setembro de 2027): Descubra as maravilhas de Fiji, Papua Nova Guiné, Ilhas Salomão, Austrália e Nova Zelândia, com o aluguel semanal também a partir de 950 mil euros.

    Tecnologia DynaRig e Design Inovador

    O que torna o Black Pearl verdadeiramente especial são seus três mastros com tecnologia DynaRig, um sistema de velas que maximiza a eficiência e minimiza o consumo de combustível, tornando-o o maior iate à vela a empregar tal inovação. Seu design exterior, com acabamentos em preto e branco, e o interior suntuoso, que remete a um palácio com madeiras nobres, mármores e detalhes dourados, lhe renderam inúmeros prêmios, incluindo o de Melhor Iate à Vela pelo World Superyacht Awards 2019.

    Um Arsenal de Lazer e Conforto

    Além de seu luxo e tecnologia de ponta, o Black Pearl oferece uma vasta gama de brinquedos aquáticos para todas as idades, como lanchas de alta performance, pranchas de surf e wakeboard, caiaques, esquis aquáticos, jet skis e equipamentos de mergulho. O megaiate é o resultado de uma colaboração entre renomados estúdios de design e arquitetura naval, estabelecendo um padrão de excelência em luxo náutico sustentável que perdura até hoje.

  • Nápoles, Itália sediará a 38ª America’s Cup em 2027 em um novo capítulo histórico

    Nápoles, Itália sediará a 38ª America’s Cup em 2027 em um novo capítulo histórico

    Nápoles, Itália sediará a 38ª America’s Cup em 2027 em um novo capítulo histórico

    A icônica regata de vela de luxo anuncia data e local, prometendo uma era de modernidade e competição acirrada com patrocínio renovado da Louis Vuitton.

    Um Novo Começo em Águas Italianas

    A prestigiosa America’s Cup, mais do que uma simples competição de vela, está prestes a iniciar uma nova e emocionante era. Grant Dalton, CEO do Emirates Team New Zealand, atual detentor do troféu, confirmou que a 38ª edição da regata terá seu pontapé inicial em 10 de julho de 2027, com a deslumbrante cidade de Nápoles, na Itália, como palco principal. A escolha de Nápoles não é apenas um cenário pitoresco, mas um marco que celebra a rica história do evento e sua crescente projeção internacional.

    Apresentação das Equipes e Confirmação de Patrocínio

    O anúncio oficial ocorreu no histórico Palazzo Reale, onde as cinco equipes confirmadas para competir pelo cobiçado troféu Louis Vuitton 38th America’s Cup foram apresentadas. Representando seus países, estarão o Emirates Team New Zealand (NZL), GB1 (GBR), Luna Rossa (ITA), Tudor Team Alinghi (SUI) e K-Challenge (FRA). Na mesma ocasião, Pietro Beccari, CEO da Louis Vuitton, reafirmou o compromisso e o patrocínio da renomada marca de luxo, destacando a parceria como fundamental para a transformação e modernização do evento.

    Uma Era de Inovação e Paixão Náutica

    Pietro Beccari expressou grande satisfação com a renovação da parceria, ressaltando que a Louis Vuitton se orgulha de apoiar a América’s Cup em sua evolução para um formato mais moderno e inclusivo. Ele lembrou a importância da criação da Louis Vuitton Cup em 1983 e celebrou a honra de estar presente nesta nova edição histórica, a primeira a acontecer na Itália, reforçando o lema “Victory Travels in Louis Vuitton”. Grant Dalton, por sua vez, agradeceu ao governo italiano pela oportunidade de sediar o evento, antecipando a paixão e o entusiasmo que os fãs italianos trarão para a competição. Ele também destacou a importância da nova parceria para a governança compartilhada e o futuro da America’s Cup, prometendo corridas emocionantes e uma disputa sem precedentes.

    Expectativas e Vantagens para a Equipe da Casa

    Sir Ben Ainslie, Team Principal do Challenger of Record GB1, descreveu o momento como um ponto de virada para a America’s Cup, com as equipes unidas para estabelecer uma nova era de forte governança e gestão neutra, visando expandir a base de fãs e o apelo comercial do evento. Max Sirena, CEO do Luna Rossa, celebrou a escolha de Nápoles e antecipou com entusiasmo a primeira regata preliminar em Cagliari, um local familiar para a equipe. Ele reconheceu a responsabilidade e a motivação extra de competir em casa, diante de milhares de fãs, e reiterou o objetivo claro de se tornar a primeira equipe italiana a conquistar a America’s Cup. A cidade de Nápoles, com seu golfo considerado um dos cenários de vela mais bonitos do mundo, promete oferecer um espetáculo inesquecível para a 38ª edição da histórica regata.

  • Bruno Fontes Conquista Oitavo Título Brasileiro de ILCA 7 no Rio de Janeiro em Disputa Acirrada

    Bruno Fontes Conquista Oitavo Título Brasileiro de ILCA 7 no Rio de Janeiro em Disputa Acirrada

    Consistência e Talento Garantem o Octacampeonato

    O velejador Bruno Fontes, atleta patrocinado pela Schaefer Yachts, celebrou na última terça-feira (20) mais uma conquista expressiva em sua carreira: o Campeonato Brasileiro da Classe ILCA 7, realizado no Rio de Janeiro. Este título marca o oitavo de sua trajetória na modalidade, consolidando sua posição como um dos grandes nomes da vela nacional.

    Disputa Decidida nos Detalhes

    A competição foi acirrada do início ao fim, com a vitória de Fontes sendo definida em detalhes. O velejador, que representa o clube Veleiros da Ilha (SC), encerrou o campeonato com uma vantagem de apenas dois pontos sobre o segundo colocado, o gaúcho Philipp Grochtmann. Ao longo das oito regatas disputadas, Fontes demonstrou sua força ao vencer três delas, um desempenho crucial para assegurar a liderança geral.

    Uma Carreira Marcada por Conquistas

    Os títulos brasileiros de Bruno Fontes foram conquistados nos anos de 2006, 2008, 2009, 2010, 2011, 2015, 2021 e agora em 2023. Em suas palavras, “Cada título tem um significado especial, mas esse oitavo brasileiro representa muito pela consistência ao longo dos anos. Manter-se competitivo, enfrentando novas gerações e diferentes condições, é um desafio enorme”. Ele ressaltou que o resultado é fruto de “muito trabalho, disciplina e paixão pela vela”.

    Evento de Destaque e Olhar para o Futuro

    O Campeonato Brasileiro de ILCA 7, organizado pela Confederação Brasileira de Vela (CBVela) em parceria com a BRASILCA, é um dos principais eventos náuticos do país, servindo também como seletiva para competições internacionais e para o ranking nacional. Paralelamente, o Campeonato Brasileiro de Classe ILCA 4, voltado para jovens velejadores, segue com disputas no Rio de Janeiro. Fontes expressou orgulho em competir ao lado da nova geração, afirmando: “É motivo de orgulho competir e conquistar títulos ao lado de uma geração que vem forte”. A carreira de Fontes já inclui a participação em três Olimpíadas (Tóquio 2020, Londres 2012 e Pequim 2008) e uma medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de Lima 2019.

  • Festa em Lancha em SC Termina com Barco Apreendido por Superlotação e Riscos à Segurança

    Festa em Lancha em SC Termina com Barco Apreendido por Superlotação e Riscos à Segurança

    Festa Acaba em Apreensão

    Uma festa em uma lancha na região de Caixa d’Aço, em Florianópolis (SC), teve um desfecho inesperado e frustrante para os participantes. Durante a operação Guardião do Litoral, agentes da Marinha do Brasil identificaram que a embarcação estava operando com um número de pessoas muito acima do limite permitido, configurando superlotação. Como consequência, a lancha foi lacrada e apreendida.

    Riscos da Superlotação e Falta de Segurança

    A superlotação de embarcações, especialmente durante o verão quando o uso de barcos aumenta consideravelmente, representa um grave risco à segurança de todos a bordo. Ultrapassar a capacidade máxima indicada pelo fabricante e registrada no Título de Inscrição da Embarcação (TIE) pode comprometer a estabilidade da lancha, aumentando o perigo de capotamento, principalmente em condições adversas como ondas, vento forte ou manobras repentinas. Além disso, a superlotação pode inviabilizar o uso adequado dos equipamentos de salvatagem, caso estes sejam insuficientes para o número de pessoas presentes, e colocar em risco outras embarcações próximas.

    Ação da Marinha e Penalidades

    Ao fiscalizar, os agentes da Marinha verificam rigorosamente se o limite de lotação está sendo respeitado. Constatada a infração, o responsável pela embarcação pode ser notificado, autuado e, em casos mais graves ou de reincidência, a embarcação pode ser apreendida até que a irregularidade seja sanada. A Marinha do Brasil prioriza a segurança da navegação e a proteção da vida humana no meio aquaviário, o que justifica a rigidez na fiscalização.

    Infrações Comuns e Recomendações

    Dados recentes da Operação Navegue Seguro apontam a superlotação como uma das infrações mais comuns registradas em águas litorâneas. Para evitar problemas, é fundamental que os proprietários de embarcações verifiquem no TIE o número exato de passageiros permitidos e garantam a disponibilidade de coletes salva-vidas para todos. Para o condutor, a orientação é clara: abster-se completamente do consumo de bebidas alcoólicas durante a navegação.

  • Superiate Bad Company, O Gigante da Pesca Esportiva, Atraca em Porto Seguro Para Luxuosa Expedição

    Superiate Bad Company, O Gigante da Pesca Esportiva, Atraca em Porto Seguro Para Luxuosa Expedição

    Superiate Bad Company, O Gigante da Pesca Esportiva, Atraca em Porto Seguro Para Luxuosa Expedição

    Embarcação de US$ 32 milhões, pertencente ao bilionário Anthony Hsieh, é um centro de operações para pesca de alto nível e pesquisa oceânica.

    Porto Seguro, na Bahia, recebeu na última semana um visitante ilustre: o Bad Company Support 175 (BCS175), um superiate de 53,25 metros de comprimento, conhecido mundialmente entre os entusiastas da pesca esportiva. A imponente embarcação atracou na Orla Norte da cidade para dar início a mais uma expedição de luxo em busca de grandes peixes.

    O Ecossistema Bad Company e Seu Fundador Bilionário

    Avaliado em aproximadamente US$ 32 milhões (cerca de R$ 170 milhões em janeiro de 2026), o BCS175 faz parte do ecossistema Bad Company (BADCO), uma frota particular de embarcações de luxo dedicada à exploração marinha, pesca esportiva de alta performance e projetos científicos. A embarcação pertence a Anthony Leah Hsieh, um bilionário norte-americano, fundador da LoanDepot, uma proeminente empresa de crédito imobiliário e hipotecário nos Estados Unidos.

    A paixão de Hsieh pela pesca esportiva de alto nível é o motor por trás da sua frota de 12 embarcações. Com o Bad Company, ele explora os cantos mais remotos do planeta em busca de espécies como o marlin-preto (Istiompax indica), ao mesmo tempo em que contribui para projetos de pesquisa e conservação oceânica. Suas aventuras são frequentemente compartilhadas em seu perfil no Instagram, onde acumula mais de 240 mil seguidores.

    Um Superiate Projetado Para Aventuras Oceânicas

    Construído na Turquia pela Damen Yachting e entregue em 2024, o Bad Company foi o primeiro iate encomendado por Hsieh, que até então adquiria embarcações de segunda mão. Cada detalhe foi pensado para atender às suas expedições de pesca. A Damen Yachting descreve o projeto como um dos mais empolgantes em que já trabalharam.

    O superiate conta com um amplo convés de trabalho, equipado com guindastes de alta capacidade e áreas otimizadas para operações de pesca e logística. Sua versatilidade permite a preparação para receber helicópteros leves, auxiliando em deslocamentos e operações de apoio. Equipado com dois motores a diesel MTU, o BCS175 oferece uma autonomia máxima de 5 mil milhas náuticas em velocidade de cruzeiro e pode atingir até 19 nós (35,18 km/h).

    Conforto e Funcionalidade a Bordo

    A acomodação no BCS175 prioriza o conforto, com capacidade para até seis hóspedes em três cabines, além de uma tripulação de 11 profissionais. A construção combina convés de alumínio, casco de aço e superestrutura também de alumínio, garantindo robustez e eficiência. No entanto, Hsieh revelou em entrevista à Boat International que seu tempo a bordo do superiate será, em grande parte, destinado ao descanso. Seu objetivo principal é estar fisicamente em um dos barcos menores que o BCS175 transporta, imerso na pesca do cobiçado marlin.

    Atualmente, o Bad Company Support 175 navega sob bandeira das Ilhas Marshall e, segundo as últimas atualizações do Marine Traffic, permanecia nas águas brasileiras de Porto Seguro, pronto para novas aventuras em alto mar.