Blog

  • Amizade Inusitada: Mergulhador Brasileiro Conta Como Fez Amizade com Golfinho na Grécia e Criou Dupla Contra Poluição

    Amizade Inusitada: Mergulhador Brasileiro Conta Como Fez Amizade com Golfinho na Grécia e Criou Dupla Contra Poluição

    Um Encontro que Mudou Vidas

    A costa de Corinto, na Grécia, tornou-se palco de uma amizade improvável entre o mergulhador brasileiro Johnnie Boe e um golfinho. O primeiro contato ocorreu no verão de 2020, quando Boe, durante um mergulho, foi surpreendido pela curiosidade de um dos dois golfinhos que avistou. Diferente do outro, que seguiu seu rumo, este animal demonstrou um interesse peculiar pelo mergulhador. “Aquele momento mudou a minha vida”, declarou Boe ao noticiário The Dodo.

    A Conexão e os Reencontros

    Sentindo uma conexão imediata, Johnnie Boe passou a retornar ao local duas vezes por semana, na esperança de reencontrar seu novo amigo aquático. Após quase dois meses de espera, o reencontro aconteceu, e o mergulhador sentiu que o golfinho também o reconheceu. “Ele ficou comigo por um tempo e, depois desse dia, nossos reencontros se tornaram mais frequentes”, relatou Boe.

    Um Jogo para Salvar os Mares

    A amizade ganhou um novo contorno na primavera de 2021, quando o golfinho apareceu com um material semelhante a nylon preso em sua barbatana. Logo depois, o animal começou a trazer objetos plásticos para Johnnie, soltando-os de forma semelhante a um cão que convida seu tutor para brincar. Inicialmente, a cena era emocionante, mas a quantidade de lixo que o golfinho apresentava começou a incomodar o mergulhador. Boe, então, passou a recolher os itens plásticos após as breves brincadeiras.

    Uma Dupla Contra a Poluição

    O golfinho, com sua inteligência notável, percebeu o padrão de comportamento de Johnnie e começou a colaborar ativamente. O animal passou a levar sacolas, garrafas e outros resíduos plásticos para o mergulhador, aguardando que ele os retirasse da água. “Agora ele me deixa ficar com o lixo depois de uma breve brincadeira”, detalhou Boe. Essa dinâmica inusitada transformou a amizade em uma força inesperada na luta contra a poluição marinha, com a dupla colaborando de forma espontânea para limpar as águas gregas.

    Um Vínculo Real e Compartilhado

    Apesar de não ser possível prever os encontros com animais selvagens, Johnnie Boe afirma que seus encontros com o golfinho continuam acontecendo, fortalecendo o vínculo que se formou. O mergulhador compartilha registros desses momentos únicos em suas redes sociais, mostrando ao mundo essa conexão especial e inspiradora entre homem e natureza.

  • Navegação de Luxo: SEABOB Lança Edição Especial em Parceria com a Lamborghini

    Navegação de Luxo: SEABOB Lança Edição Especial em Parceria com a Lamborghini

    Um “Jet de Mão” com a Alma da Lamborghini

    Para os entusiastas de esportes aquáticos e admiradores de carros de luxo, a combinação de marcas pode soar como um sonho. Agora, esse sonho se torna realidade com o lançamento do SEABOB SE63, uma colaboração exclusiva entre a SEABOB e a icônica montadora italiana Lamborghini. O dispositivo, descrito como um “jet de mão”, promete unir a sensação de condução de um superesportivo à liberdade de explorar as águas.

    Design e Performance de Ponta

    O SEABOB SE63 não é apenas um “brinquedo aquático” para poucos afortunados; é uma obra de engenharia que carrega o DNA da Lamborghini. Disponível em seis cores distintas, o modelo conta com um motor potente de 6,3 kW e impressionantes 162 Nm de torque máximo. Com um peso de apenas 35 kg, o dispositivo oferece uma autonomia de até uma hora, com um tempo de recarga igualmente ágil. A capacidade de atingir até 25 metros de profundidade permite uma exploração subaquática sem precedentes.

    Inovações Exclusivas e Materiais Premium

    A Lamborghini descreve o SEABOB SE63 como uma “edição especial que representa um salto transformador em relação aos modelos anteriores”. O redesenho completo é evidente em sua carroceria futurista, que remete ao design arrojado dos carros da marca. A utilização de materiais premium, como componentes técnicos em titânio e magnésio, além de um eixo de motor em fibra de carbono no sistema de transmissão, eleva o luxo e a durabilidade do equipamento.

    Opcional Performance Board: Voando Sobre as Águas

    Um dos grandes diferenciais do SEABOB SE63 é o opcional Performance Board. Montado na parte traseira, este dispositivo foi projetado para adicionar estabilidade extra, especialmente em altas velocidades. Segundo a Lamborghini, o acessório “aprimora toda a experiência de pilotagem”, permitindo que os usuários sintam que estão “voando sobre a água”, em vez de apenas deslizando. A estreia mundial deste luxuoso equipamento aquático ocorreu no Cannes Yachting Festival em setembro de 2025, com produção prevista para iniciar neste ano.

    Estimativa de Preço Elevado

    Embora o valor oficial do SEABOB SE63 ainda não tenha sido divulgado, especialistas do setor especulam que o preço será consideravelmente superior aos modelos padrão, que variam entre US$ 9,5 mil e US$ 17,5 mil. As estimativas apontam para um valor acima de 27 mil euros, o que equivaleria a aproximadamente R$ 168 mil (com base na conversão de janeiro de 2026). Este preço reflete a exclusividade, a tecnologia embarcada e a parceria com uma das marcas automotivas mais cobiçadas do mundo.

  • Velejadores Brasileiros Brilham na Cape2Rio: Dois Já Cruzam a Linha de Chegada com Possibilidade de Pódio

    Velejadores Brasileiros Brilham na Cape2Rio: Dois Já Cruzam a Linha de Chegada com Possibilidade de Pódio

    Uma Regata Histórica para o Brasil

    A 18ª edição da Cape2Rio, uma das mais prestigiadas regatas oceânicas do mundo, está marcada por uma forte presença brasileira. Pela primeira vez, o Brasil ostenta uma das maiores flotilhas da história da competição, com três veleiros cruzando o Atlântico Sul desde a Cidade do Cabo, na África do Sul, em 27 de dezembro. A chegada ao Rio de Janeiro celebra não apenas a superação dos desafios do oceano, mas também a paixão nacional pela vela.

    Brasileiros na Disputa pelo Pódio

    Dois veleiros brasileiros já concluíram a desafiadora travessia e estão com reais chances de conquistar posições no pódio. O ‘Esperança’, comandado por Márcio Lima, e o ‘Audaz 2’, sob a liderança de Gustavo Lis, chegaram na última quinta-feira (15) em segundo e terceiro lugar, respectivamente, após a correção dos tempos. A competição entre os brasileiros se intensifica com a participação do alemão ‘Vineta’, que lidera a prova, e da sul-africana ‘Angel Wings’, atualmente em quarto lugar. A definição dos campeões finais ocorrerá com a chegada do último barco, prevista para o dia 26 de janeiro.

    Histórias de Superação e Pioneirismo

    Márcio Lima, capitão do ‘Esperança’, expressou a emoção de cruzar a linha de chegada após mais de duas semanas de navegação, destacando a recuperação da equipe após uma largada desafiadora. “Sabíamos que ao longo da regata iríamos recuperar e foi fantástico”, comemorou. Paralelamente, Theodora Prado, velejadora de Ubatuba, escreve um capítulo à parte na história da Cape2Rio. Ela navega sozinha a bordo do ‘Suidoos 2’, um feito inédito para uma mulher nesta regata, demonstrando coragem e habilidade ao comandar seu barco de 31 pés pelo vasto Oceano Atlântico.

    Um Marco para a Vela Brasileira

    Ricardo Baggio, um dos organizadores e diretor de vela do Iate Clube do Rio de Janeiro (ICRJ), ressaltou a importância desta edição para o cenário náutico brasileiro. “Se não é a [Cape2Rio] com maior número de barcos brasileiros, é uma das que já teve o maior número”, declarou. José Roberto Braile, comodoro do ICRJ, complementou, definindo a regata como uma “meta para os velejadores que querem ter experiência oceânica” e assegurando que “essa regata ficará marcada na história pela forte presença brasileira”. A cerimônia de premiação e a divulgação do ranking oficial serão realizadas no ICRJ após a chegada de todas as embarcações.

  • Tubarões Brincam? Estudo Inédito Flagrou Predadores Interagindo com “Brinquedos” em Aquário

    Tubarões Brincam? Estudo Inédito Flagrou Predadores Interagindo com “Brinquedos” em Aquário

    Comportamento Inusitado em Ambiente Controlado

    Cenas raramente vistas em estudos sobre tubarões chamaram a atenção de cientistas: animais atravessando aros coloridos, empurrando tubos com o focinho e até batendo em objetos com a cauda. Essas interações, que poderiam ser interpretadas como brincadeira, foram registradas em um experimento científico real, publicado na revista Applied Animal Behaviour Science.

    O Experimento e as Espécies Envolvidas

    A pesquisa, realizada no Cabrillo Marine Aquarium, na Califórnia, acompanhou 13 tubarões de quatro espécies diferentes: tubarões-cornudos (Heterodontus francisci), tubarões-inchados (Cephaloscyllium ventriosum), tubarões-leopardo (Triakis semifasciata) e uma raia-da-califórnia (Caliraja inornata). Durante 12 semanas, cientistas introduziram objetos como lulas de plástico, aros e tubos nos tanques, antes e após a alimentação dos animais, documentando as reações em vídeo.

    Motivação Além da Fome

    As filmagens revelaram que os tubarões interagiam com os objetos de diversas formas, incluindo mordiscar e realizar movimentos semelhantes aos de caça, mas sem a presença de presas. Um detalhe intrigante foi o aumento dessas interações após os animais serem alimentados, sugerindo que a fome não era o principal motivador. Isso reforçou a hipótese dos pesquisadores de que os tubarões poderiam estar exibindo um comportamento lúdico.

    Debate Científico e Limitações do Estudo

    Apesar da interpretação inicial dos autores como “brincadeira”, o termo foi retirado do artigo final a pedido dos revisores. Estes apontaram que o estudo não mediu critérios essenciais para tal classificação, como a ativação de circuitos de recompensa, indicadores fisiológicos de prazer, níveis de estresse ou a distinção clara entre brincadeira e simples exploração. Os próprios pesquisadores reconheceram a falta de base experimental suficiente para sustentar tecnicamente o termo.

    Novas Perspectivas sobre a Cognição dos Tubarões

    Patrick Sun, coautor do estudo, expressou a crença de que um estudo mais rigoroso poderia comprovar a hipótese da brincadeira. Autumn Smith, principal autora, destacou a carência de pesquisas sobre comportamentos não predatórios em tubarões, como interações sociais, comunicação e cognição. Elisabetta Palagi, etóloga não envolvida no estudo, sugeriu que a motivação dos tubarões pelos objetos pode diminuir com o tempo, indicando um comportamento exploratório. Embora o estudo não comprove a brincadeira no mesmo sentido que em cães ou golfinhos, ele revela que os tubarões são mais curiosos, ativos e cognitivamente complexos do que se pensava, explorando o mundo ao seu redor, por vezes, aparentemente, por pura diversão.

  • Por Que Usamos “Nós” e Não Quilômetros para Medir Velocidade no Mar? A Curiosa História da “Barquinha”

    Por Que Usamos “Nós” e Não Quilômetros para Medir Velocidade no Mar? A Curiosa História da “Barquinha”

    A Origem Náutica da Unidade de Medida de Velocidade

    Se você já se aventurou pelo universo náutico ou simplesmente tem curiosidade sobre ele, provavelmente já se deparou com o termo “nós” para expressar a velocidade de embarcações. Essa unidade peculiar tem suas raízes em um método engenhoso de medição de velocidade que surgiu no mar por volta do século 17: a “barquinha”.

    Como Funcionava a “Barquinha”?

    Naquela época, a medição de distâncias e velocidades ainda se baseava em unidades corporais. A barquinha, um dispositivo simples, consistia em um carretel com uma corda que possuía nós espaçados regularmente. Cada nó representava uma milha. Uma pequena âncora de madeira, em formato triangular, era presa à ponta da corda e lançada ao mar. O arrasto da água puxava a corda do carretel, e os marinheiros utilizavam uma ampulheta, que equivalia a cerca de 28 segundos, para cronometrar. Eles contavam quantos nós passavam pelas mãos durante esse período. Assim, cada nó contado correspondia a uma milha náutica por hora, indicando a velocidade da embarcação.

    A Evolução da Milha Náutica

    A necessidade de um padrão universal para a navegação levou ao desenvolvimento da milha náutica. Em vez de depender de unidades que variavam entre regiões, navegadores e estudiosos recorreram à geometria da Terra. Eles observaram que um minuto de arco de latitude, ao longo de um meridiano, correspondia a uma distância praticamente constante. A circunferência terrestre foi dividida em 360 graus e cada grau em 60 minutos, definindo a milha náutica como o comprimento de um desses minutos de arco de latitude. Essa definição, ligada diretamente à forma do planeta, a torna ideal para a navegação e a leitura de cartas náuticas.

    Nós: A Velocidade na Ponta dos Dedos

    Atualmente, o nó é a unidade padrão para medir a velocidade no mar, equivalendo a uma milha náutica por hora. Segundo a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), um nó é aproximadamente 1,85 quilômetro por hora. Essa conversão facilita a compreensão para aqueles mais familiarizados com as medidas terrestres. A imagem de um tratado náutico dos séculos 17-18 ilustra como os marinheiros, antes dos instrumentos modernos, utilizavam a barquinha e tabelas para calcular a posição estimada de seus navios, combinando tempo de navegação, velocidade e rumo seguido – um método conhecido como “estima”.

  • Barco de Corrida Vintage Miss America VIII, Campeão Histórico, Vai a Leilão por Mais de R$ 10 Milhões

    Barco de Corrida Vintage Miss America VIII, Campeão Histórico, Vai a Leilão por Mais de R$ 10 Milhões

    Uma Lenda das Águas Renasce para o Leilão

    O icônico barco de corrida vintage, Miss America VIII, que marcou época com sua velocidade e vitórias, está prestes a encontrar um novo lar. Construído em 1929 com o ambicioso objetivo de ser a embarcação mais rápida do mundo, o modelo passou por uma restauração minuciosa e será leiloado neste sábado (17) pela Mecum Auctions em Kissimmee, nos Estados Unidos. Os interessados em adquirir essa peça de história náutica precisarão desembolsar, no mínimo, US$ 2 milhões, equivalentes a aproximadamente R$ 10,7 milhões (janeiro de 2026).

    Engenharia e Glória: A História do Miss America VIII

    Com 8,5 metros de comprimento, o Miss America VIII é fruto da colaboração entre o inventor e campeão de corridas Garfield “Gar” Wood e o projetista Napoleão “Nap” Lisee. Projetado para competir no Troféu Harmsworth, a mais cobiçada corrida internacional de lanchas da época, o barco conquistou a vitória logo em sua estreia, em 1929. O desempenho e o design foram aprimorados nos anos seguintes, permitindo que, com George Wood ao volante, a embarcação vencesse novamente em 1931, ano em que registrou a impressionante velocidade de 167 km/h no rio Harlem.

    O Coração da Máquina: Potência e Inovação

    O segredo da velocidade do Miss America VIII residia em sua motorização. Originalmente equipado com dois motores Packard V12, que juntos geravam cerca de 2.000 hp, o barco passou por atualizações significativas. Na versão que irá a leilão, o coração da lancha agora pulsa com um par de motores DOHC V16 de 18,2 litros da Harry Miller, capazes de produzir incríveis 1.860 hp. Além da potência renovada, o casco, construído com pranchas de mogno filipino, foi alargado para 9,1 metros, e impressionantes 75% da madeira original foram preservados graças ao renomado restaurador Doug Morin.

    Um Legado Preservado e Celebrado

    O Miss America VIII é um dos únicos três exemplares da linhagem Miss America que ainda existem. Apesar de modelos posteriores terem alcançado velocidades ainda maiores, Gar Wood considerava o Miss America VIII o melhor barco que já possuíram. Sua restauração não apenas preserva a história, mas também garante que esta lenda das corridas possa continuar a deslumbrar entusiastas por muitas décadas.

  • Novo Superiate Feadship Project 717 Impressiona com Design Inovador e Conforto Luxuoso

    Novo Superiate Feadship Project 717 Impressiona com Design Inovador e Conforto Luxuoso

    Novo Superiate Feadship Project 717 Impressiona com Design Inovador e Conforto Luxuoso

    A mais recente embarcação da renomada construtora holandesa combina estética refinada, tecnologia de ponta e espaços amplos para uma experiência náutica incomparável.

    O estaleiro Feadship, sinônimo de excelência na construção de superiates, celebra o lançamento de seu mais novo projeto, o codinome 717. A embarcação de 50 metros tem atraído a atenção do mundo náutico por suas linhas elegantes, proporções harmoniosas e um nível de detalhe que reflete a dedicação e o talento dos envolvidos em sua criação.

    Design Exterior que Equilibra Estilo e Funcionalidade

    O Studio De Voogt, responsável pelo design exterior, buscou uma integração visual fluida. Jan Schaffers, designer sênior, explica que as linhas foram estendidas de forma sutil para evitar uma sensação de alongamento excessivo, enquanto os ombros alargados na lateral do deck superior contribuem para o equilíbrio estético. O foco no deck principal foi criar uma atmosfera de praia, com anteparas retráteis que, quando abertas, expandem o espaço e oferecem vistas desimpedidas do oceano, comparáveis a iates de maior porte, complementado por um generoso teto na popa.

    Espaços de Convivência e Lazer Pensados para o Conforto

    O deck principal a ré apresenta um layout espaçoso com áreas de estar confortáveis e uma banheira de hidromassagem com frente de vidro, que se beneficia das anteparas rebatíveis para um acesso direto ao mar. Na proa, um lounge e área de jantar bem proporcionados, com amplas janelas, garantem privacidade e conexão com o ambiente externo. O amplo sun deck, similar aos encontrados em iates maiores, abriga a ponte de comando secundária, áreas de estar, unidades de bar com churrasqueira, uma extensa área de jantar com ventiladores e um lounge na popa. A proa oferece um refúgio relaxante com assentos e espreguiçadeiras.

    Interior Luxuoso e Tecnologia de Propulsão Avançada

    Projetado por Marty Lowe, Inc. em colaboração com o proprietário e o estaleiro, o interior acomoda dez convidados em cinco cabines. Destaque para a suíte master, que ocupa toda a largura da embarcação, com vistas panorâmicas, um escritório privativo e uma área de vestir separada. Em termos de propulsão, o Project 717 incorpora a tecnologia do programa Feadship Advanced Electrical Drive. O sistema utiliza propulsores para propulsão e direção, uma configuração comprovada que minimiza o arrasto, otimiza a eficiência, a manobrabilidade e o conforto a bordo.

    Atualmente, o superiate Feadship Project 717 está passando por seus testes de mar, prometendo estabelecer novos padrões de elegância e desempenho no universo náutico.

  • Mergulhador Flagra Raro Peixe-Rei-do-Salmão, Visto Apenas Duas Vezes em 2025

    Mergulhador Flagra Raro Peixe-Rei-do-Salmão, Visto Apenas Duas Vezes em 2025

    Um Encontro Inesperado na Baía de Monterey

    O mergulhador Ted Judah teve uma experiência memorável enquanto explorava as águas da Baía de Monterey, na Califórnia. Próximo à praia de McAbee, a uma profundidade surpreendente de apenas 4 metros, ele avistou uma criatura prateada e ondulante, descrita por ele como “uma lâmina de faca”. O que Judah não sabia é que havia acabado de cruzar o caminho de um dos animais marinhos mais elusivos do planeta: o rei-do-salmão (Trachipterus altivelis).

    Um Achado Científico de Grande Importância

    Após registrar o animal com sua câmera, Ted Judah buscou ajuda para identificar a espécie incomum. A resposta veio rapidamente nos comentários de sua postagem no Facebook, onde Kevin Lewand, um biólogo marinho do Aquário da Baía de Monterey, confirmou a raridade do encontro. Segundo Lewand, o rei-do-salmão é um peixe de águas profundas, normalmente encontrado entre 200 e mil metros de profundidade. O avistamento de Judah marcou apenas o segundo registro da espécie em 2025, tornando o evento um “achado incrível” para a comunidade científica.

    O Misterioso Rei-do-Salmão

    O peixe-rei-do-salmão é caracterizado por seu corpo longo e prateado e seus olhos proeminentes. Ele habita o Oceano Pacífico e seu nome peculiar tem origem em uma lenda do povo indígena Makah. De acordo com o Instituto de Pesquisa do Aquário da Baía de Monterey (MBARI), os Makah acreditam que este peixe desempenha um papel místico, guiando os salmões de volta aos seus locais de desova. A aparição deste raro habitante das profundezas em águas tão rasas continua a intrigar os pesquisadores.

  • Comprar um Iate em 2026: Dicas Essenciais de Especialistas para Novos e Experientes Compradores

    Comprar um Iate em 2026: Dicas Essenciais de Especialistas para Novos e Experientes Compradores

    Comprar um Iate em 2026: Dicas Essenciais de Especialistas para Novos e Experientes Compradores

    Navegando no mercado de superiates: o que você precisa saber sobre tendências, melhores negócios e os desafios de 2026.

    O Que Considerar Antes da Compra

    A decisão de adquirir um iate em 2026 exige um planejamento cuidadoso. Especialistas do setor de superiates recomendam uma abordagem multifacetada. Uma sugestão unânime é a experiência de aluguel prévia. “Alugue primeiro. Você descobrirá rapidamente o que realmente importa para você na prática – todas as nuances do mundo real que nunca se traduzem em um folheto”, aconselha Michael Reyburn, fundador da Roccabella Yachts. Essa imersão inicial ajuda a definir prioridades e a entender o uso real da embarcação, evitando decisões baseadas apenas na estética ou nas especificações.

    A qualidade e o histórico comprovado (pedigree) são fatores cruciais. “Priorize qualidade e pedigree comprovado; sempre vale a pena, desde o primeiro cruzeiro até o dia em que você decidir revender”, afirma Gabriele Modica Ragusa, corretor de vendas da Northrop and Johnson. Para aqueles que buscam um bom negócio, a paciência é fundamental. “Não se apresse, há uma falta de bons inventários no mercado no momento. Muitos negócios acontecem fora do mercado atualmente, então corretores bem informados devem ser capazes de encontrar o barco certo para você, mesmo que você não o encontre online”, alerta Charles Carveles, corretor de vendas da Edmiston. A pesquisa detalhada e a contratação de profissionais qualificados são igualmente importantes, com alguns especialistas sugerindo que um bom profissional de iatismo deve, inclusive, tentar dissuadir o cliente se a oferta parecer boa demais para ser verdade.

    Estratégias para Conquistar o Melhor Negócio

    Para novos compradores, a preparação e a flexibilidade são chaves para obter o melhor negócio em 2026. “Esteja preparado, seja flexível quanto à geografia e confie na expertise profissional em vez do ruído de marketing”, sugere Jelena Vezia, consultora de vendas e compras da Ocean Independence. A clareza sobre o propósito da compra também é vital. “Trabalhe de trás para frente a partir do resultado final. Se este barco é apenas para você, então apenas o que você quer importa. Mas se você está procurando compensar o custo de propriedade através de aluguel, há muitas outras considerações”, explica Bobby Bigio, consultor de charter da IYC.

    A pesquisa aprofundada é indispensável para evitar armadilhas. “Faça sua pesquisa adequadamente, pois o que parece ser ‘o negócio’ no início nem sempre é ‘o negócio’ no final”, adverte James Hall, consultor de vendas de iates da TWW Yachts. Uma dica prática para negociações é considerar a compra fora de temporada. “A baixa temporada é a melhor época para encontrar um negócio”, compartilha Julia Skop, co-fundadora da Smart Yachts. Além disso, a inspeção pré-compra detalhada é um ponto inegociável. “Tenha uma pesquisa pré-compra muito detalhada, não tente economizar alguns euros nisso!”, enfatiza Geoff Moore, diretor-gerente da West Nautical.

    Tendências de Mercado e Regiões Promissoras

    O mercado de iates em 2026 apresenta diversas tendências regionais e de segmento. Os Estados Unidos continuam sendo um mercado forte e em crescimento. “A América ainda é o rei e está se fortalecendo”, observa Chris Cecil-Wright, fundador da Cecil Wright. A Europa demonstra uma demanda robusta, enquanto o Oriente Médio continua prosperando. “Uma forte demanda está vindo da Europa, e o Oriente Médio está obviamente prosperando com muito interesse em comprar. Agora, os novos mercados seriam a Europa Oriental”, aponta David Legrand, corretor de vendas da Fraser. A Turquia, a Ásia Central e o Oriente Médio também são áreas de interesse.

    A região do Pacífico Sul está ganhando destaque, com um aumento real no tráfego de grandes embarcações e infraestrutura crescente. No que diz respeito às tendências de negócios, observa-se uma “suavidade em certos grupos etários – particularmente iates se aproximando de vistorias importantes ou marcos técnicos. Para compradores dispostos a planejar e executar uma reforma adequada, esse segmento representa um valor significativo”, diz Joe Reid, corretor da Roccabella Yachts. Há uma queda na demanda por iates de produção, tanto no mercado de segunda mão quanto em novas construções. Em contraste, o segmento superior – de 45-50 metros e acima – permanece particularmente resiliente, especialmente para iates com forte pedigree.

    O Mercado de Segunda Mão vs. Novas Construções

    A dinâmica entre o mercado de segunda mão e o de novas construções em 2026 sugere um foco crescente no usado. As longas filas de espera para novas construções, com entregas previstas para 2028/2029, impulsionam a busca por embarcações disponíveis imediatamente. “Porque os pedidos de novas construções para a maioria dos segmentos acima de 40m agora estão empurrando para entrega em 2028/2029, compradores que buscam valor ou disponibilidade imediata, em vez de designs personalizados ou construções totalmente customizadas, encontrarão oportunidades particularmente fortes no mercado de segunda mão”, afirma William Burns, consultor de vendas da IYC.

    Enquanto os grandes estaleiros têm suas agendas quase lotadas, estaleiros menores e mais boutique ainda podem oferecer datas de entrega atraentes. No entanto, o aumento nos preços de novas construções favorece o mercado de usados. “Acho que veremos um aumento na atividade no mercado de segunda mão para 2026-2027”, prevê Alex G Clarke, corretor de vendas da Denison. Embora as oportunidades de entrar em vagas de novas construções possam surgir devido a cancelamentos ou clientes que desejam mudar para iates maiores, o mercado de segunda mão oferece um caminho mais acessível e rápido para muitos compradores. O setor de iates exploradores também se mostra promissor, com um número recorde de embarcações dedicadas em construção e forte atividade na venda de iates de apoio, indicando um nicho excitante com inovações em design e risco.

  • O Barco Que Transforma Sua Moto Aquática em Lancha Social para Seis Pessoas

    O Barco Que Transforma Sua Moto Aquática em Lancha Social para Seis Pessoas

    Design Inovador Une Adrenalina e Conforto

    Imagine a emoção de pilotar uma moto aquática, mas com a possibilidade de compartilhar esse momento com amigos e familiares, desfrutando do conforto de uma lancha. Essa é a proposta do ONE 16, uma plataforma de extensão desenvolvida na Espanha que se conecta a motos aquáticas de marcas populares como Sea-Doo e Yamaha, transformando-as em uma embarcação capaz de acomodar até seis pessoas.

    Tecnologia Plug and Play para Facilidade de Uso

    A engenharia por trás do ONE 16 é surpreendentemente simples e eficiente. A moto aquática se encaixa no casco da extensão, servindo como sistema de propulsão. A conexão e desconexão são rápidas, realizadas em cerca de um minuto através da tecnologia plug and play. Essa versatilidade permite alternar entre a experiência de um jet ski e a de uma lancha com facilidade. Além disso, a proa conversível pode ser adaptada para funcionar como mesa ou plataforma de sol (solário), aumentando o conforto e a funcionalidade da embarcação.

    Estabilidade, Segurança e Inovação Premiada

    O casco do ONE 16 foi projetado para manter o peso distribuído de forma equilibrada, garantindo estabilidade mesmo quando impulsionado pela moto aquática. Essa atenção ao design e à funcionalidade rendeu à invenção o prestigioso prêmio Golden A’ Design Award de 2025, um reconhecimento internacional de excelência em design.

    Praticidade e Economia para o Lazer Náutico

    Criado pelo designer espanhol Amor Jimenez Chito, o ONE 16 oferece uma solução prática e econômica para quem deseja desfrutar do mar. A plataforma mede menos de 6 metros de comprimento, o que, em muitas legislações, dispensa a necessidade de habilitação náutica adicional. Ao ser considerado um único produto, o proprietário também se beneficia da economia em taxas de marina, pagando apenas por uma embarcação.

    Desempenho e Considerações de Navegação

    Em termos de desempenho, análises indicam que o ONE 16 atinge uma velocidade de cruzeiro entre 18 e 20 nós (aproximadamente 33-37 km/h). Com uma moto aquática de 170 hp, a velocidade máxima pode chegar a 30 nós (55 km/h). A agilidade em curvas fechadas é um ponto forte, graças ao leme ser a própria turbina do jet. No entanto, em águas com marolas mais intensas, a plataforma pode apresentar certa leveza, exigindo atenção redobrada do piloto.