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  • Crioula Supera Início Difícil e Lidera Rumo ao Tetra na Semana de Vela de Ilhabela

    Recuperação Impressionante na Categoria ORC

    A equipe Crioula, tricampeã consecutiva, provou sua resiliência na Semana de Vela de Ilhabela. Após um início de competição marcado pela ausência no primeiro dia de regatas, a equipe demonstrou uma notável capacidade de recuperação. Com uma série de vitórias expressivas, o veleiro Crioula já se posiciona na liderança parcial da categoria ORC, alimentando as expectativas para a conquista do tetra campeonato.

    Estratégia e Determinação em Jogo

    A ausência no primeiro dia de regatas representou um desafio considerável para a tripulação do Crioula. No entanto, a equipe não se abateu e focou em maximizar seu desempenho nas regatas subsequentes. A combinação de estratégia tática apurada e a determinação dos velejadores foram cruciais para reverter o quadro inicial e alcançar a liderança. A confiança em buscar o quarto título consecutivo é palpável entre os membros da equipe.

    Semana de Vela de Ilhabela: Um Palco de Competição Intensa

    A Semana de Vela de Ilhabela, um dos eventos náuticos mais importantes do calendário brasileiro, atrai competidores de diversas categorias. Este ano, a competição tem se mostrado particularmente acirrada, com várias equipes buscando o topo do pódio. A recuperação do Crioula em meio a um cenário tão competitivo reforça a qualidade e a experiência da tripulação.

    O Legado do Crioula e a Busca pelo Tetra

    A trajetória do veleiro Crioula na Semana de Vela de Ilhabela é marcada por um domínio impressionante nos últimos anos. A busca pelo quarto título consecutivo não é apenas um objetivo esportivo, mas também a consolidação de um legado de sucesso na modalidade. A equipe demonstra estar preparada para enfrentar os desafios restantes e comemorar, quem sabe, mais uma vitória histórica.

  • Gasolina com 32% de Etanol: Entenda os Riscos Iminentes para Motores de Barcos e Jet Skis a Partir de Sábado

    Início da Venda e Preocupações do Setor Náutico

    A partir deste sábado, 1º de agosto, a gasolina comercializada no Brasil passará a conter 32% de etanol, um aumento em relação aos 30% anteriores. A decisão, aprovada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), tem validade inicial de 180 dias e visa conter a volatilidade do mercado de petróleo e a alta nos combustíveis fósseis. No entanto, a mudança levanta sérias preocupações para o setor náutico, que aponta riscos significativos para embarcações e suas operações.

    Riscos para Embarcações e Motores

    Especialistas alertam que o aumento do teor de etanol na gasolina pode trazer uma série de desafios para o universo náutico. Um dos principais problemas é a maior propensão à condensação de água nos tanques. O etanol absorve água, e essa mistura pode levar à separação do combustível, criando uma camada instável no fundo do tanque, difícil de gerenciar em ambiente de bordo. Motores de popa e centro-rabeta mais antigos, que não foram projetados para altas concentrações de álcool, podem sofrer danos. Além disso, o etanol possui menor rendimento energético que a gasolina, o que pode resultar em maior consumo e, consequentemente, em custos mais elevados de manutenção preventiva e corretiva.

    Falta de Alternativas e Consulta ao Mercado

    Um ponto crucial destacado pelo capitão Márcio Dottori e por Eduardo Colunna, presidente da Acobar, é a falta de opções para os navegadores brasileiros. Diferentemente de outros países, como os Estados Unidos, onde é possível encontrar gasolina pura, no Brasil os usuários de embarcações são obrigados a utilizar o combustível com a mistura definida. Há também uma forte crítica quanto à forma como a decisão foi tomada. Tanto Dottori quanto Colunna afirmam que o setor náutico, assim como outros segmentos como o de motocicletas e aviação experimental, não foram consultados previamente sobre a alteração. Testes com teores de 30% de etanol são considerados rápidos e de curta duração, não representando um estudo aprofundado dos impactos.

    Repercussão e Iniciativas Legais

    A decisão do CNPE já enfrenta resistência. O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou uma ação civil pública com o objetivo de suspender o aumento da mistura de etanol. O MPF argumenta que os testes realizados não foram conclusivos e que os possíveis impactos ambientais não foram devidamente avaliados. A ação também requer uma indenização de R$ 500 milhões por danos coletivos, citando a falta de estudos sobre o desgaste acelerado de componentes de veículos e o consequente aumento no descarte de materiais. Paralelamente, uma ideia legislativa foi apresentada ao Senado buscando tornar opcional a compra de gasolina pura (E0) ou com menor teor de etanol (E10) nos postos, visando dar mais liberdade de escolha aos consumidores e proteger equipamentos que não foram projetados para altas concentrações de álcool.

    Impacto em Motos Aquáticas

    Os riscos não se limitam apenas a barcos maiores. Motos aquáticas (jet skis) também podem ser afetadas pela nova mistura de combustível. A curto, médio e longo prazo, os motores desses equipamentos, que operam em condições extremas, podem sofrer com os efeitos do maior teor de etanol, gerando preocupações adicionais para os proprietários desse tipo de embarcação.

  • Jet Skis Despertam Interesse da Geração Z: Aventura e Natureza Impulsionam Mercado de Motos Aquáticas no Brasil

    Jovens Trocam Bens por Experiências e Descobrem o Prazer das Motos Aquáticas

    A busca por experiências memoráveis e o contato com a natureza estão moldando os hábitos de consumo da Geração Z, que demonstra preferência por investir em viagens e lazer em detrimento da aquisição de bens materiais. Essa tendência tem impulsionado setores como o turismo e os esportes aquáticos, com as motos aquáticas emergindo como um dos atrativos principais. No Brasil, país com extensa costa e vastos recursos hídricos, o mercado náutico encontra um terreno fértil para expansão, movimentando bilhões e oferecendo um potencial significativo de crescimento.

    Redes Sociais: A Porta de Entrada para o Universo Náutico

    A última temporada de verão foi marcada pela explosão de conteúdos sobre motos aquáticas em plataformas como TikTok e Instagram. Vídeos dinâmicos e inspiradores apresentando a adrenalina e a beleza das paisagens aquáticas capturaram a atenção de um público jovem e conectado, despertando a curiosidade e o desejo de experimentar essa modalidade de lazer. Especialistas apontam que, embora as redes sociais tenham acelerado o processo, o que realmente fideliza os novos consumidores é a experiência única que a atividade proporciona: aventura, contato com a natureza e momentos de diversão compartilhados com amigos e familiares.

    Diversificação de Modelos Amplia o Acesso e o Uso das Motos Aquáticas

    O mercado de motos aquáticas tem se adaptado para atender a um público cada vez mais diversificado. Longe da imagem exclusiva de esportividade, os fabricantes oferecem hoje modelos voltados para passeios turísticos, pesca, mergulho e até mesmo para uso familiar, com foco em estabilidade e conforto. A incorporação de tecnologias avançadas, como sistemas eletrônicos de assistência, diferentes modos de navegação e maior capacidade de armazenamento, tornou as motos aquáticas mais acessíveis e fáceis de pilotar, atraindo tanto iniciantes quanto pilotos experientes. Essa evolução democratiza o acesso à náutica, permitindo que mais pessoas desfrutem dos prazeres de estar sobre as águas.

    Navegação Segura: Um Pilar Essencial para o Crescimento Sustentável

    O crescente interesse pelas motos aquáticas reforça a importância da conscientização sobre segurança na navegação. A Marinha do Brasil estabelece regras e diretrizes para a condução dessas embarcações, visando garantir a segurança de todos os usuários. Recomendações como a obtenção de habilitação, uso de coletes salva-vidas, respeito aos limites de velocidade e às áreas de navegação são fundamentais. A orientação para novos praticantes é buscar treinamento adequado e familiarizar-se com as normas para uma experiência segura e prazerosa. Com a expectativa de que o interesse pelo segmento se mantenha aquecido mesmo fora da temporada de verão, a navegação segura se consolida como um pilar essencial para o desenvolvimento contínuo e responsável do mercado náutico.

  • Robert Scheidt Lidera o Brasil na “Copa do Mundo da Vela” em Busca de Título Inédito

    Robert Scheidt Lidera o Brasil na “Copa do Mundo da Vela” em Busca de Título Inédito

    Bicampeão olímpico capitaneia a equipe brasileira na Star Sailors League Gold Cup no Rio de Janeiro, evento comparado à Copa do Mundo da FIFA.

    O Brasil terá uma nova chance de conquistar uma Copa do Mundo em 2026, desta vez nas águas. O Rio de Janeiro será palco da segunda edição da Star Sailors League Gold Cup (SSL Gold Cup), evento que se consolida como a “Copa do Mundo da vela”. Para liderar a equipe brasileira na busca por um título inédito, o multicampeão olímpico Robert Scheidt foi escalado como capitão.

    Formato Competitivo e Expectativas para o Brasil

    A SSL Gold Cup segue um formato similar ao da Copa do Mundo da FIFA. Após uma fase de qualificação, as nações são divididas em grupos de quatro para competir em regatas. As duas melhores equipes de cada grupo avançam para as fases eliminatórias, culminando na grande final. Na edição de estreia, realizada na Espanha, a Hungria sagrou-se campeã, com Itália e Holanda no pódio. O Brasil, também capitaneado por Scheidt, terminou em oitavo lugar.

    “Eu sou o capitão e timoneiro, responsável por montar a melhor tripulação possível”, declarou Scheidt à NÁUTICA. “Na última edição, chegamos na semifinal e vamos ver se este ano conseguimos melhorar isso”. O velejador ressaltou a importância de barcos idênticos fornecidos pela organização, que “testam realmente a habilidade das equipes”.

    Scheidt: Embaixador e Competidor na Semana de Vela

    Além de seu papel na SSL Gold Cup, Robert Scheidt é uma figura proeminente na 53ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela (SIVI), onde atua como embaixador pela terceira vez. O evento, que teve início em 1973, é considerado o maior encontro da vela oceânica na América Latina.

    “É um evento muito especial. São barcos iguais, fornecidos pela organização. Então eles testam realmente a habilidade das equipes”, explicou Scheidt sobre a SSL Gold Cup. Referindo-se à SIVI, ele a descreve como “um evento que reúne os melhores barcos e transcende a competição. É uma espécie de grande festa, grande união da vela brasileira”.

    Competição e Colaboração na SIVI

    Com cinco medalhas olímpicas e 15 títulos mundiais, Scheidt enxerga a Semana de Vela como um ambiente de alta competitividade, mas também de forte colaboração. “É um evento que reúne os melhores barcos e transcende a competição. É uma espécie de grande festa, grande união da vela brasileira”, reforçou. Ele destaca a troca de informações e o clima festivo entre os velejadores como elementos únicos do evento.

    Morando em Ilhabela, local que utiliza para treinos olímpicos, Scheidt tem um carinho especial pela SIVI, participando desde as categorias de base. Nesta edição, ele integra a tripulação do King, um Soto 40, numa das classes mais disputadas. Apesar de um processo de adaptação da equipe, a expectativa é de evolução contínua nas regatas.

  • Dragon Ball inspira nome de bicampeão da Semana de Vela: Descubra a origem do Kameha Meha e seus segredos

    O Encanto de Dragon Ball nas Águas da Vela

    Para os fãs de Dragon Ball, a conexão entre o universo de Akira Toriyama e o mundo da vela pode parecer improvável, mas o veleiro Kameha Meha prova o contrário. Bicampeão da Semana de Vela, o barco ostenta um nome que remete diretamente ao icônico golpe de energia de Goku, o que gera curiosidade e admiração entre competidores e espectadores. A escolha do nome não é por acaso e reflete uma paixão que navega junto com o esporte.

    Kameha Meha: Um Campeão com História e Inspiração

    O Kameha Meha, que disputa a categoria Clássicos, é um dos principais competidores do torneio. Sua particularidade reside não apenas em seu desempenho nas regatas, mas também na origem de seu nome, um detalhe que poucos imaginam. A homenagem a Dragon Ball confere ao veleiro uma identidade única, misturando a adrenalina da competição com a nostalgia de um dos animes mais influentes de todos os tempos. Essa fusão cultural adiciona uma camada extra de interesse à sua trajetória vitoriosa.

    A Semana de Vela e o Impacto Econômico em Ilhabela

    O evento náutico tradicional, a Semana Internacional de Vela, não é apenas um palco para competições de alto nível como a do Kameha Meha. Segundo o Observatório do Turismo, o evento tem um impacto econômico significativo, projetando a visita de 55 mil pessoas a Ilhabela e uma movimentação de R$ 55,5 milhões. A vela, através de eventos como este, reforça sua importância na economia local, impulsionando setores como hospedagem, gastronomia, comércio e serviços, demonstrando a força do esporte para além das competições.

    Outras Notícias Relevantes do Mundo Náutico

    Enquanto o Kameha Meha celebra suas vitórias, o universo náutico segue aquecido com outras novidades. Robert Scheidt, um dos maiores nomes da vela brasileira, liderará a seleção na “Copa do Mundo da vela”, a SSL Gold Cup 2026, sediada no Rio de Janeiro. Paralelamente, Scheidt também compete na 53ª Semana Internacional de Vela de Ilhabela a bordo do King. Outra pauta em discussão no Senado é a proposta para disponibilizar gasolina pura e E10 nos postos brasileiros, uma mudança que pode impactar o setor de combustíveis após a aprovação da nova mistura obrigatória de etanol E32.

  • Por que iates acima de 80 pés exigem planejamento patrimonial e operacional sofisticado no Brasil

    Do lazer ao ativo de alto valor: a nova era dos superiates brasileiros

    O mercado náutico brasileiro está passando por uma transformação significativa. Proprietários de embarcações de luxo estão migrando de lanchas grandes para iates com mais de 80 pés, e em alguns casos, ultrapassando os 100 pés. Esse movimento não é apenas uma questão de tamanho, mas de uma mudança de paradigma: o iate deixa de ser apenas um bem de lazer para ser encarado como um ativo de alto valor. Essa evolução impulsiona a necessidade de um planejamento patrimonial e operacional cada vez mais sofisticado, envolvendo governança, controle financeiro e gestão especializada.

    A transição de proprietário de lancha para gestor de operação

    Patricia Davet, fundadora da Lord Howe Yachting & Ocean, destaca que a principal virada ocorre quando o proprietário de uma lancha grande adquire um iate acima de 80 pés. Neste ponto, a gestão da embarcação se transforma na administração de uma operação complexa. O aumento do porte traz consigo desafios técnicos maiores, a exigência de tripulação permanente, manutenção planejada, estrutura financeira robusta, seguros adequados e atenção a questões regulatórias. Embora o capitão continue responsável pela rotina a bordo, o orçamento, a gestão de riscos, a governança e o planejamento de longo prazo demandam uma abordagem profissional.

    Planejamento: o erro de focar apenas no preço de compra

    Um dos equívocos mais comuns entre novos proprietários de iates de alto valor é concentrar-se unicamente no preço de aquisição. Segundo Davet, a decisão de compra deve ser precedida por uma análise aprofundada sobre o uso pretendido da embarcação, a bandeira sob a qual navegará, a estrutura de tripulação, o planejamento patrimonial, o orçamento anual e as expectativas de operação. Tentar organizar essa estrutura após a aquisição pode tornar as escolhas mais caras, limitadas e difíceis de corrigir. Custos frequentemente subestimados incluem tripulação, manutenção e estaleiro, que para iates maiores exigem equipes dedicadas, manutenção preventiva rigorosa, reservas financeiras para intervenções técnicas e possíveis peças importadas.

    Governança e Operação: conceitos distintos e essenciais

    É fundamental diferenciar gestão operacional de governança. Enquanto a gestão operacional cuida do funcionamento diário do iate, a governança estabelece como a propriedade deve funcionar em sua totalidade. Isso abrange a estrutura de controle financeiro, a definição de responsabilidades, os processos de tomada de decisão, a gestão de riscos, o compliance, a continuidade e a transparência para o proprietário. Davet ressalta que a operação executa, enquanto a governança direciona, controla e garante previsibilidade. Essa distinção é crucial, especialmente para iates que operam internacionalmente, onde a bandeira, o compliance e a estrutura patrimonial devem ser considerados de forma integrada, influenciando requisitos técnicos, segurança, documentação, tripulação e tributação em diferentes jurisdições.

    Mercado brasileiro em expansão e a necessidade de um ecossistema robusto

    O Brasil demonstra maturidade para discussões sobre planejamento patrimonial e operacional de iates, embora de forma ainda concentrada. A sofisticação do comprador nacional se reflete na presença de marcas internacionais, que só entram em mercados com demanda e potencial de crescimento. Para Davet, o ecossistema em torno da propriedade de iates ainda precisa evoluir. Isso inclui um planejamento pré-compra mais detalhado, estruturas de governança internacional, compliance, manutenção documentada e uma visão de longo prazo. Para proprietários que operam no exterior, a atenção deve ser redobrada em relação à bandeira, estrutura de propriedade, seguros e regulamentações locais, que variam significativamente entre os países.

    Checklist essencial antes de adquirir um iate maior

    Antes de investir em um iate de maior porte, Davet recomenda uma análise detalhada de pontos como: objetivo de uso, área de navegação, orçamento anual, estrutura de propriedade, bandeira, classificação, seguro, tripulação, custos de manutenção, histórico técnico, plano de docagem, compliance, impostos, liquidez futura e suporte de gestão. A pergunta central não deve ser apenas “qual iate comprar?”, mas sim “qual estrutura permitirá que este iate seja operado de forma eficiente e tenha seu valor preservado ao longo do tempo?”.

  • Lars Grael celebra 40 anos de Semana de Vela de Ilhabela e relembra evolução do evento náutico

    Uma jornada de quatro décadas na raia

    Lars Grael, um dos nomes mais respeitados da vela brasileira, celebra quatro décadas de participação na Semana de Vela de Ilhabela. O evento, que se consolidou como um dos maiores e mais importantes da América Latina, tem uma história intrinsecamente ligada à trajetória de Grael e de muitos outros atletas que viram no torneio um palco para o desenvolvimento do esporte.

    Da paixão à profissionalização: a evolução da Semana de Vela

    Ao longo desses 40 anos, Lars Grael testemunhou e participou ativamente da transformação da Semana de Vela de Ilhabela. O que começou como um evento com um espírito mais amador evoluiu para uma competição de alto nível, com organização impecável, maior visibilidade e um impacto econômico significativo para a cidade. Grael relembra os primeiros anos, as dificuldades e a paixão que sempre moveu os participantes, contrastando com a profissionalização e a estrutura que o evento ostenta hoje.

    Impacto econômico e legado para a vela

    A Semana de Vela de Ilhabela não é apenas uma celebração do esporte, mas também um motor econômico para a região. Segundo o Observatório do Turismo, o evento é esperado para atrair cerca de 55 mil visitantes, gerando uma movimentação financeira de R$ 55,5 milhões. Esse montante reflete a importância da vela na economia local, com reflexos diretos em setores como hospedagem, gastronomia, comércio e serviços. Lars Grael, com sua vasta experiência, ressalta como o crescimento do evento contribui para a popularização da vela e para a formação de novos talentos, inspirados por competições de renome como esta.

    Famílias e gerações unidas pelo amor ao mar

    A Semana de Vela de Ilhabela também se destaca por ser um evento que une gerações. Um exemplo notável é a família Umbuzeiro, que disputa a 53ª edição com um trio de embarcações que carregam o mesmo nome, perpetuando uma história que atravessa gerações. Essa tradição familiar demonstra o forte vínculo emocional que o esporte e o evento criam, fortalecendo laços e transmitindo a paixão pela vela para as novas gerações.

  • Cinco Gerações de Velejadores da Família Umbuzeiro Competem Juntas na Semana de Vela de Ilhabela

    Uma Família, Um Legado nas Águas

    A Semana Internacional de Vela de Ilhabela (SIVI) não é apenas uma competição, mas um palco para histórias que atravessam gerações. Na 53ª edição do renomado evento, a família Umbuzeiro demonstra a força de sua tradição ao colocar cinco gerações de velejadores na raia. A paixão pelo esporte, passada de pais para filhos, netos e bisnetos, se manifesta através de um trio de embarcações que ostentam o mesmo nome, um elo simbólico que une o passado, o presente e o futuro da família no universo da vela.

    A Força da Tradição Familiar na Vela

    O evento náutico, que tradicionalmente atrai milhares de visitantes e movimenta a economia local, serve como ponto de encontro para a família Umbuzeiro. A disputa na raia de Ilhabela transcende a competição em si, tornando-se uma celebração do vínculo familiar e do legado construído em torno do esporte. O nome das embarcações, escolhido para honrar a linhagem, reforça a identidade e a história que cada membro da família carrega consigo ao cruzar a linha de largada.

    Impacto Econômico e Social da Semana de Vela

    Além da rica história familiar, a Semana de Vela de Ilhabela reafirma sua importância econômica para a região. Segundo o Observatório do Turismo, o evento é responsável por atrair cerca de 55 mil visitantes, injetando aproximadamente R$ 55,5 milhões na economia local. Esse impacto se reflete em diversos setores, como hospedagem, gastronomia, comércio e serviços, consolidando a vela como um vetor de desenvolvimento para Ilhabela.

    Um Legado que Inspira Novas Gerações

    A presença de cinco gerações da família Umbuzeiro na 53ª SIVI é um testemunho inspirador da longevidade e do poder de união que o esporte náutico pode proporcionar. Cada regata disputada é uma página escrita na história familiar, um momento de aprendizado e de fortalecimento dos laços, garantindo que a paixão pela vela continue a navegar por muitos e muitos anos.

  • Victory 348 Ride: Conheça a Lancha Oceânica que Transforma Passeios em Experiências Memoráveis com Autonomia Incrível

    Casco Robusto e Versatilidade Marítima

    Desde 2007, a Victory Yachts, estaleiro paranaense, tem se destacado na fabricação de lanchas, inicialmente voltadas à pesca esportiva. Contudo, a proposta da marca vai além, e a Victory 348 é um exemplo claro dessa evolução. Disponível em três versões – Ride, Sport e Open Sea –, o modelo compartilha o mesmo casco robusto, mas oferece diferentes layouts internos e opções de motorização de popa a gasolina, variando de 2 x 250 a 2 x 400 hp.

    Enquanto a versão Open Sea é dedicada à pesca oceânica, a Ride preserva as qualidades marinheiras e a construção de excelência da versão original, adaptando-se para convivência, descanso e atividades recreativas. Essa configuração a torna uma embarcação multiuso, ideal para passeios diurnos e até mesmo pescas costeiras, alinhada a uma tendência crescente no mercado americano de consoles centrais versáteis.

    Espaços Externos Otimizados para Convivência e Lazer

    O projeto da Victory 348 Ride prioriza claramente os espaços externos, com três áreas sociais bem definidas: proa, popa e o posto de comando. Essas áreas facilitam a interação a bordo, seja com o barco ancorado ou em navegação. A plataforma de popa, apesar de reduzida devido à motorização de popa, permite circulação e conta com bancos modulares inteligentes. Os encostos podem ser reconfigurados para criar um espaço ideal para mergulhos e pesca submarina, facilitando o acesso à água.

    Um chuveirinho de água salgada com mangueira longa é prático para quem chega à embarcação com os pés sujos de areia. A bancada de apoio atrás do posto de comando reforça o caráter recreativo, equipada com pia, caixas térmicas, gavetas e lixeira, com opção de módulo gourmet. A instalação de um toldo é possível, com o barco preparado com trilhos sobre o hard-top para sombrear toda a área.

    As amuradas largas, equipadas com porta-copos e porta-varas, servem como assentos informais, ampliando as possibilidades de acomodação. Todo o espaço nas amuradas é aproveitável, com locais para equipamentos como arpoões, sem comprometer a circulação. Os corredores laterais amplos e bem dimensionados permitem transitar livremente da popa à proa, mesmo em movimento.

    Na proa, um sofá em “U” acomoda até seis pessoas, complementado por um solário e um banco frontal ao posto de comando. A área de proa conta ainda com caixa térmica, mesa central, quatro tomadas USB e dois chuveirinhos (doce e salgada), além de pegadores de mão firmes e bem posicionados. Bordas largas e áreas antiderrapantes garantem segurança, e o espaço pode ser usado de forma utilitária para pesca ou como plataforma de apoio para mergulho.

    Comando Ergonômico e Navegação Prazerosa

    O posto de comando da Victory 348 Ride acomoda confortavelmente três pessoas lado a lado, com assentos individuais, apoios de braço e para os pés, permitindo pilotagem sentada ou em pé. O painel é amplo e organizado, com duas telas de 12 polegadas para eletrônicos de navegação. A leitura dos instrumentos é frontal e ergonômica, e o para-brisa oferece boa proteção contra respingos. O hard-top, com estrutura sólida e colunas de aço inoxidável, possui uma gaiuta que, quando aberta, funciona como um climatizador natural em dias quentes.

    O posto de comando é um dos pontos altos da embarcação, proporcionando uma experiência de pilotagem prazerosa. A lancha demonstra um acerto excepcional entre casco, centro de gravidade e motorização, entrando em planeio rapidamente e respondendo com docilidade ao timão, sem a necessidade de constantes ajustes de trim ou flapes.

    Autonomia e Desempenho Acima da Média

    Em testes realizados no litoral de São Paulo, com dois motores de popa de 300 hp cada, a Victory 348 Ride demonstrou um desempenho notável. A aceleração de 0 a 20 nós ocorre em cerca de 7,5 segundos, um tempo impressionante para embarcações deste porte. O grande diferencial, contudo, é a autonomia: a aproximadamente 3.500 rpm, navegando a 25,6 nós, a lancha pode atingir 333 milhas náuticas em mar calmo e ventos fracos. Este alcance é mais de 50% superior à média do segmento, estimada em 200 milhas.

    Essa autonomia permite viagens longas sem necessidade de paradas frequentes para reabastecimento, como ir do Rio de Janeiro a Santos sem escalas. A Victory 348 Ride se consolida como uma lancha de passeio atípica, focada na navegação, segurança e uso intensivo das áreas externas, oferecendo um conjunto equilibrado com robustez estrutural e comportamento dinâmico exemplar. É uma opção ideal para quem busca passeios seguros e a tranquilidade de um casco oceânico projetado para as condições do litoral brasileiro.

  • Martine Grael Lidera Mubadala em Portsmouth com Novo Formato do SailGP; Espanha Vence e Brasil Termina em Último

    Martine Grael Retoma Comando do Mubadala Brazil SailGP em Etapa Desafiadora em Portsmouth

    A etapa de Portsmouth do SailGP, realizada na Inglaterra, marcou o retorno de Martine Grael à capitania do Mubadala Brazil SailGP Team. A competição, que ocorreu neste fim de semana com ventos fortes no Solent, também introduziu um novo formato de disputa com a divisão das 13 equipes em dois grupos. Apesar das novidades e do esforço da equipe brasileira, a etapa terminou com a vitória da Espanha e o Brasil na última colocação.

    Novo Formato de Disputa e Ventos Fortes em Portsmouth

    O fim de semana competitivo em Portsmouth foi caracterizado por condições climáticas desafiadoras, com ventos intensos que exigiram o uso da asa de 18 metros do F50 brasileiro. O novo formato, que divide a frota em grupos para baterias classificatórias antes da soma de pontos, foi testado pela primeira vez no Canadá e oficializado na Inglaterra, com a intenção de ser mantido até o final da temporada. A Espanha, com sua equipe “Los Gallos”, conquistou o pódio, seguida pela Suécia e pelo Canadá, marcando o segundo título consecutivo espanhol.

    Desempenho do Brasil e Incidente Prejudica Pontuação

    A volta de Martine Grael ao posto de capitã foi um dos destaques para a equipe brasileira. No entanto, a participação do Mubadala Brazil foi interrompida por um incidente com uma marca do percurso, que causou danos à embarcação e impediu a continuidade da equipe em parte da disputa. Como consequência, o júri da competição aplicou uma penalidade de quatro pontos ao time brasileiro. Nos dias de regata, o Mubadala terminou as provas do Grupo A em sexta, sétima e sétima posições no sábado. No domingo, as regatas classificatórias renderam um quinto lugar em ambas as disputas.

    Classificação Geral e Próximos Passos do Mubadala Brazil

    Com os resultados em Portsmouth, o Mubadala Brazil SailGP Team manteve a 13ª e última colocação na classificação geral do circuito, somando oito pontos. A Austrália lidera o campeonato, seguida de perto pela Espanha e pela Suécia. A equipe brasileira terá sua próxima oportunidade de competir nos dias 22 e 23 de agosto, na Alemanha, durante o ROCKWOOL Germany Sail Grand Prix | Sassnitz, que marca a segunda parada da gira europeia da temporada 2026.