Blog

  • 5 Iates de Luxo Onde Assistir ao Eclipse Solar Total de 2026: Uma Experiência Privilegiada

    5 Iates de Luxo Onde Assistir ao Eclipse Solar Total de 2026: Uma Experiência Privilegiada

    Descubra embarcações exclusivas que oferecerão vistas desimpedidas e conforto para o raro evento astronômico na Europa.

    O Fenômeno Astronômico e a Oportunidade Náutica

    Em 12 de agosto de 2026, a Europa testemunhará um dos espetáculos celestes mais aguardados: o primeiro eclipse solar total desde 1999. A trajetória deste evento, que cruzará partes da Groenlândia e Espanha, posiciona os superiates como plataformas de observação ideais. Longe das luzes e distrações terrestres, a vastidão do oceano oferece um cenário privilegiado, combinando privacidade, conforto e tempo para apreciar a grandiosidade do cosmos com quem mais importa.

    Iates Disponíveis para uma Experiência Inesquecível

    Embora o mercado de aluguel de iates para esta data já demonstre alta demanda, com diversas embarcações já reservadas, ainda existem opções exclusivas para quem deseja vivenciar o eclipse a bordo. A experiência de assistir a um eclipse solar a partir de um iate de luxo promete ser um dos momentos mais cobiçados do ano no universo náutico.

    Opções de Luxo para Todos os Gostos

    Come Together: Com 196 pés, este iate construído em 2022 oferece um amplo deck de sol de 27 metros quadrados, jacuzzi e uma plataforma de banho de 38 metros quadrados. Disponível nas Ilhas Baleares, com preços a partir de €490.000 por semana, é perfeito para grupos de até 12 pessoas.

    Aziza: Com base permanente em Mallorca, o Aziza, de 134 pés, garante o conhecimento local para encontrar os melhores pontos de observação. Inclui um beach club, grande deck de sol e uma coleção de brinquedos aquáticos. O aluguel com a Burgess parte de €130.000 por semana.

    RoMa: Este iate de 203 pés, ideal para famílias, conta com uma seleção impressionante de brinquedos aquáticos, incluindo um escorregador que vai do deck de sol ao mar, e uma piscina. Com um centro de mergulho certificado pela PADI, oferece a oportunidade de explorar as maravilhas subaquáticas. O aluguel com a Northrop & Johnson custa a partir de €450.000 por semana.

    Perseus: Um veleiro Perini Navi de 163 pés, o Perseus combina o romance das velas com o luxo moderno. Com capacidade para 10 hóspedes, dispõe de um extenso conjunto de brinquedos infláveis e aquáticos. Disponível nas Ilhas Baleares através da Cecil Wright, a partir de €185.000 por semana.

    Haze 2: Lançado em 2025, este explorer de 12 metros oferece design contemporâneo e luxo, com um jacuzzi no deck de sol. Nominado para prêmios de design, estará baseado no Mediterrâneo durante o verão europeu. As diárias começam em $130.000.

    Um Assento na Primeira Fila Celestial

    A escolha de um iate para testemunhar o eclipse solar total de 2026 transcende a simples observação. Representa uma imersão em conforto e exclusividade, proporcionando uma perspectiva única e inesquecível de um dos eventos naturais mais espetaculares do nosso tempo, diretamente do convés de uma embarcação de luxo.

  • Oyster World Rally 2026-2027: 23 Iates de Luxo Embarcam em Volta ao Mundo de 16 Meses

    Oyster World Rally 2026-2027: 23 Iates de Luxo Embarcam em Volta ao Mundo de 16 Meses

    Uma jornada épica de navegação offshore celebra a comunidade náutica e o espírito de exploração.

    O Início da Grande Aventura em Antígua

    A frota do Oyster World Rally 2026-2027 deu a largada em Antígua, marcando o início de uma circumnavegação de 16 meses e aproximadamente 27.000 milhas náuticas. A iniciativa reúne 23 iates Oyster, cujos proprietários representam oito nacionalidades diferentes, demonstrando a abrangência global da marca e da comunidade de velejadores de longa distância. A partida, realizada em Antígua, é o pontapé inicial para uma aventura cuidadosamente planejada.

    Uma Rota Estratégica para Experiências Inesquecíveis

    A rota do rally foi meticulosamente definida para otimizar as condições climáticas globais e proporcionar aos participantes o máximo de experiências em cada destino. A frota navegará em direção ao Canal do Panamá, com paradas planejadas em locais como as Ilhas Galápagos, Polinésia Francesa, Austrália, Indonésia, África do Sul e América do Sul. O percurso é desenhado para garantir não apenas a segurança e eficiência da navegação, mas também para oferecer tempo de lazer e exploração em cada parada, culminando no retorno a Antígua em 2027.

    Suporte Completo e Comunidade Fortalecida

    O diferencial deste rally é o suporte integral oferecido pela Oyster Yachts. Desde a seleção do iate ideal até o treinamento especializado para proprietários e tripulações, a organização cuida de todos os detalhes. Durante a jornada, equipes técnicas e logísticas da Oyster estarão presentes nos destinos para oferecer assistência, permitindo que os velejadores se concentrem na paixão pela navegação. Essa abordagem reforça os laços entre os proprietários e celebra a paixão pela vela oceânica.

    O Sonho de Richard Hadida e Família a Bordo

    Richard Hadida, proprietário e presidente da Oyster Yachts, participa da regata a bordo de seu Oyster 885, o Lush, junto com sua esposa Ali e o filho de dois anos, Harry. Para Hadida, a circumnavegação é a realização de um sonho de vida, uma oportunidade de vivenciar o mundo de uma perspectiva única. Ele descreve a experiência como uma chance de ter o contexto de cada milha percorrida, transformando o iate em seu lar temporário e abraçando a liberdade e a aventura que a navegação ao redor do globo proporciona.

  • Recorde Quebrado: Tripulação Francesa Conquista Volta ao Mundo Mais Rápida em Veleiro “Voador”

    Nova Era na Vela: Sodebo Ultim 3 Estabelece Recorde Inédito

    Uma marca que parecia inatingível foi superada neste domingo (25), com a tripulação francesa liderada por Thomas Coville quebrando o recorde de volta ao mundo mais rápida em um veleiro. A façanha foi completada em 40 dias, 10 horas, 45 minutos e 50 segundos a bordo do Sodebo Ultim 3, um trimarã de 33 metros. Este tempo é quase 13 horas inferior ao recorde anterior, que pertencia ao também francês Francis Joyon desde janeiro de 2017.

    O Troféu Júlio Verne, que premia a circunavegação mais rápida sem escalas e sem assistência externa, muda de mãos, mas permanece na França. A conquista representa o ápice de nove anos de tentativas e treze esforços, incluindo três da própria equipe Sodebo. Thomas Coville, que já esteve em equipes vencedoras anteriores, assume agora o protagonismo como capitão.

    Tecnologia “Foiling” Revoluciona a Navegação

    O Sodebo Ultim 3 não é um veleiro qualquer. Ele é o primeiro barco do tipo “foiling” a conquistar o Troféu Júlio Verne. Essa tecnologia, que utiliza “asas” em formato de L para fazer a embarcação planar sobre a água, permitiu ao trimarã atingir uma velocidade média impressionante de 29,17 nós (aproximadamente 54 km/h) — mais que o dobro da velocidade média registrada no recorde de 1993.

    Construído com fibra de carbono para máxima leveza e impulsionado por um design inovador com a cabine do piloto à frente do mastro, o Sodebo Ultim 3 simboliza a evolução da vela de alta performance. Diferente de embarcações anteriores que passavam por cima das ondas, este novo modelo “voa” sobre elas, otimizando a aerodinâmica e o equilíbrio.

    Uma Jornada de Turbulências e Superações

    Apesar da velocidade e da tecnologia de ponta, a viagem não foi isenta de desafios. A tripulação enfrentou condições meteorológicas adversas, realizou manobras complexas e chegou a se aproximar perigosamente de um iceberg no Oceano Ártico. Uma tempestade no Atlântico Sul, que custou um leme, forçou um desvio significativo até o Brasil antes de poder retomar a rota original.

    Mesmo com esses percalços, a equipe Sodebo Ultim 3 conseguiu estabelecer novos recordes em trechos importantes, como Ushant-Equador e nos tempos de passagem pelos cabos da Boa Esperança, Leeuwin e Horn, demonstrando a resiliência e a perícia da tripulação.

    A Nova Fronteira: O Desafio do Gitana 18

    Apesar da celebração, o recorde pode não durar muito. O experiente velejador Charles Caudrelier já lançou o trimarã Gitana 18, uma embarcação que não só utiliza tecnologia foil, mas também possui um casco que mal toca a água. A ambição da equipe Gitana é clara: pulverizar o recorde do Sodebo durante o inverno boreal, visando tempos entre 38 e 39 dias, um feito que até pouco tempo atrás parecia pertencer ao reino da ficção científica.

    O Troféu Júlio Verne, cujo nome é inspirado no romance de Júlio Verne “A volta ao mundo em 80 dias”, possui regras estritas: a volta deve ser feita em um barco exclusivamente à vela, com partida e chegada entre os faróis de Ouessant (França) e Cap Lizard (Inglaterra), e passando ao sul dos cabos da Boa Esperança, Leeuwin e Horn, na ordem correta.

  • Estudo Revela Quantidades Chocantes de Plástico que Podem Matar Animais Marinhos: De Cubos de Açúcar a Bolas de Futebol

    O Perigo Invisível nos Oceanos

    A poluição plástica nos oceanos é uma ameaça crescente e silenciosa para a vida marinha. Um estudo abrangente realizado nos Estados Unidos lançou luz sobre a quantidade exata de plástico que pode ser fatal para diferentes espécies marinhas, além de identificar os tipos de resíduos mais perigosos. A pesquisa, publicada na Proceedings of the National Academy of Sciences, analisou 10.412 necrópsias de animais marinhos, examinando tanto as causas de morte quanto a presença de plástico em seus organismos.

    Quantidades Letais Definidas por Espécie

    A análise revelou dados alarmantes sobre a sensibilidade de cada grupo de animais ao plástico. Para aves marinhas, o consumo equivalente a apenas três cubos de açúcar já eleva o risco de morte para 90%. Tartarugas marinhas atingem o mesmo patamar de risco com a ingestão do volume de duas bolas de beisebol. Já os mamíferos marinhos, como baleias e golfinhos, correm risco de morte com a ingestão de uma quantidade de plástico equivalente a uma bola de futebol.

    A Ingestão de Plástico é Comum

    O estudo constatou que a ingestão de plástico é um fenômeno preocupante. Dos animais analisados, um em cada cinco havia consumido plástico. Mais especificamente, 47% das tartarugas marinhas, 35% das aves marinhas e 12% dos mamíferos marinhos apresentavam plástico em seus sistemas digestivos no momento da morte. Esses números destacam a ubiquidade do problema e a dificuldade dos animais em distinguir o plástico de seu alimento natural.

    Tipos de Plástico: Um Perigo Variado

    Além da quantidade, o tipo de plástico ingerido também representa riscos distintos. Aves marinhas são particularmente vulneráveis a borrachas e plásticos rígidos. Mamíferos marinhos enfrentam maiores perigos com plásticos flexíveis, como sacolas e equipamentos de pesca descartados. As tartarugas marinhas, por sua vez, são ameaçadas por todos os tipos de polímeros plásticos. Estima-se que cerca de 11 milhões de toneladas de plástico entrem nos oceanos anualmente, a maioria proveniente de itens de uso único.

    Iniciativas Globais e Nacionais Contra a Poluição Plástica

    Diante desse cenário, esforços globais e nacionais buscam combater a poluição marinha. No Brasil, a Estratégia Nacional do Oceano Sem Plástico (Enop) foi criada para o período de 2025 a 2030, visando coordenar políticas públicas para a prevenção, redução e eliminação do plástico nos oceanos, com foco em educação ambiental, limpeza e monitoramento. Iniciativas como o barco Interceptor Original, da Ocean Cleanup, coletam toneladas de lixo diariamente em rios poluidores, enquanto no Japão, cientistas desenvolveram um plástico 100% solúvel que desaparece no mar, oferecendo uma nova esperança para a redução desse impacto devastador na vida marinha.

  • Beriev Be-200: Conheça o Avião Anfíbio a Jato que Pode Pousar em Terra ou Água e Combater Incêndios

    Um Gigante Versátil em Ação

    Em um cenário onde vídeos gerados por inteligência artificial se tornam cada vez mais comuns, a aeronave Beriev Be-200 surge como um espetáculo real. Com uma envergadura de quase 33 metros, este avião anfíbio, definido como o maior bombeiro a jato do mundo, demonstra uma capacidade impressionante de operar tanto em terra quanto na água. Suas façanhas, que podem parecer irreais, são fruto de décadas de desenvolvimento tecnológico.

    Origens e Evolução Tecnológica

    A história do Beriev Be-200 remonta à expertise militar soviética, desenvolvida pela Beriev Aircraft Company, fundada em 1934. O projeto, que nasceu no final dos anos 1980, é uma evolução civil e reduzida do avião militar A-40 Albatross. A meta era capitalizar a vasta experiência da fabricante em hidroaviação para criar uma plataforma multifuncional capaz de atuar em ambientes desafiadores. O primeiro voo do protótipo ocorreu em setembro de 1998, marcando o início de uma nova era para aeronaves de socorro.

    Anfíbio: A Chave da Versatilidade

    Ao contrário de hidroaviões convencionais, limitados a operações aquáticas, o Be-200 é verdadeiramente anfíbio. Seu trem de pouso retrátil permite que ele decole e pouse tanto em pistas de aeroportos convencionais quanto em superfícies aquáticas. Essa flexibilidade é complementada pela configuração estratégica de seus motores a jato, instalados sobre as asas. Essa posição minimiza o risco de ingestão de água durante operações marítimas e permite que a aeronave atinja velocidades superiores a 700 km/h, significativamente mais rápido do que aeronaves com motores a hélice.

    Aplicações Além do Combate a Incêndios

    A principal e mais conhecida aplicação do Be-200 é no combate a incêndios florestais. Sua capacidade de recolher impressionantes 12 toneladas de água em meros 14 segundos, simplesmente deslizando sobre rios ou lagos com o compartimento aberto, o torna um recurso inestimável. No entanto, sua versatilidade vai muito além. Especialistas destacam que o Be-200 pode ser configurado para diversas missões, incluindo transporte de até 72 passageiros, operações de busca e salvamento, patrulhamento marítimo e transporte de carga pressurizada. Essa adaptabilidade se deve à combinação de alta capacidade de carga com uma resposta operacional rápida.

    Presença Global e Atualizações Futuras

    O Beriev Be-200 já provou seu valor em operações ao redor do mundo, atuando em incêndios em países como Portugal, Israel, Grécia, Indonésia e Turquia. Nesses cenários, sua agilidade em reabastecer e retornar rapidamente aos focos de incêndio foi crucial. Embora seja predominantemente operado pelo Ministério de Situações de Emergência da Rússia (EMERCOM) e por países como Azerbaijão e Argélia, a aeronave está passando por um processo estratégico de atualização de motorização na Rússia. A partir de agosto de 2025, as novas unidades fabricadas no país adaptarão os motores para equipamentos russos, garantindo que o Beriev Be-200 continue a atender o mercado global nos próximos anos.

  • Angelique: Conheça o Maior Superiate Já Construído na Turquia, um Ícone de Luxo e Engenharia Naval

    Angelique: Conheça o Maior Superiate Já Construído na Turquia, um Ícone de Luxo e Engenharia Naval

    O iate de 87,7 metros, conhecido anteriormente como Project Vento, redefine os padrões de excelência náutica turca com design sofisticado e amenidades de ponta.

    Um Novo Marco na Construção Naval Turca

    A Turquia consolida sua posição como uma potência global na construção de superiates com o lançamento do Angelique, anteriormente identificado como Project Vento. Com impressionantes 87,7 metros de comprimento, esta embarcação ostenta o título de maior iate já construído no país, medido pelo volume. Lançado pela renomada estaleiro Turquoise Yachts, em Pendik, próximo a Istambul, o Angelique é um testemunho do crescimento e da sofisticação da indústria náutica turca.

    Design e Colaboração de Prestígio

    O design exterior e interior do Angelique é fruto de uma colaboração de 17 anos entre a Turquoise Yachts e o conceituado estúdio britânico H2 Yacht Design. O resultado é um perfil elegante e tradicional, com linhas esguias que harmonizam o substancial volume do iate. O casco em azul profundo, inspirado nas cores de corridas do Tour de France, contrasta com uma superestrutura esportiva, adornada com detalhes angulares e em persiana. A parceria resultou em 12 projetos bem-sucedidos, solidificando a sinergia entre as duas entidades.

    Luxo e Funcionalidade a Bordo

    O Angelique impressiona não apenas por suas dimensões, mas também por suas amenidades de luxo e design inteligente. O iate conta com cinco decks, oferecendo um total de 2.550 toneladas brutas. Destaques incluem um dock para botes com entrada fechada, que se abre para um beach club com terraços retráteis. Uma piscina de 6,5 metros com fundo de vidro permite a entrada de luz natural no espaço abaixo, mantendo-o arejado. O deck do proprietário dispõe de um lounge privativo, bar, área de jantar e um refúgio para café da manhã elevado. Para entretenimento, o deck superior abriga um cinema ao ar livre, bar, cozinha externa com churrasqueira e um jacuzzi.

    Interiores Inspirados na Era de Ouro

    O conceito interior do Angelique foi inicialmente baseado em um iate anterior da Turquoise, o Go, admirado pelo proprietário. Essa inspiração evoluiu para um esquema mais rico e detalhado, com fortes influências Art Déco. A paleta de cores inclui toques de azul, detalhes decorativos e elementos que remetem à era do Grande Gatsby, criando uma atmosfera luxuosa e nostálgica. As acomodações para convidados, localizadas no deck principal, incluem duas cabines VIP e quatro cabines de hóspedes, cada uma com sua identidade visual única. A suíte master, no deck do proprietário, oferece um santuário de privacidade e conforto.

    Bem-Estar e Arte em Harmonia

    O deck da ponte do Angelique é dedicado à saúde e ao bem-estar, com um ginásio equipado com vista panorâmica de 180 graus e uma área de spa completa, incluindo sauna, hammam e sala de massagem. Um átrio central com uma escultura suspensa do renomado artista de vidro Dale Chihuly serve como ponto focal visual, conectando todos os decks e adicionando um toque artístico à embarcação. O iate representa a colaboração entre a Turquoise Yachts, H2 Yacht Design e a equipe do proprietário, com representação de proprietário pela Occam Marine.

  • Turquoise Yachts Lança Vento, o Maior Iate Já Construído na Turquia

    Turquoise Yachts Lança Vento, o Maior Iate Já Construído na Turquia

    O novo flagship de 87 metros, Project Vento, redefine os padrões de luxo e engenharia naval no estaleiro turco.

    Um Marco Histórico para a Construção Naval Turca

    O estaleiro Turquoise Yachts celebrou um momento ímpar em sua história com o lançamento do seu novo iate flagship, o Project Vento. Com impressionantes 87 metros de comprimento, esta embarcação não apenas se consolida como a maior já construída pelo estaleiro desde sua fundação nos anos 1970, mas também ostenta o título de maior iate já produzido na Turquia. O lançamento em Istambul marca o ápice de uma colaboração duradoura e bem-sucedida entre a Turquoise e o renomado estúdio de design H2 Yacht Design, que já resultou em 12 projetos ao longo de 17 anos.

    Design Inovador e Espaços Versáteis

    O Vento foi concebido para oferecer uma experiência de vida a bordo sem precedentes, combinando versatilidade e privacidade em seus espaços exteriores. Destaques incluem um impressionante dock para tenders que se transforma em um amplo beach club, com terraços retráteis e claraboias que trazem a luz natural para junto da água. No deck principal, uma piscina com sistema de correnteza reversa serve como ponto focal social, cercada por uma área de convivência protegida. O deck do proprietário oferece um bar flexível e área de jantar, além de um terraço privativo com jacuzzi, enquanto o heliponto no foredeck é inteligentemente adaptado para servir como quadra de basquete.

    Luxo e Conforto Inspirados na Art Déco

    O design interior do Vento foi inicialmente inspirado em um projeto anterior da Turquoise e H2, o iate Go, mas elevado a um novo patamar de sofisticação. A estética Art Déco permeia os ambientes, com detalhes glamorosos e um uso marcante de tons azuis. O salão principal impressiona com um bar escultural e uma área de jantar circular para 16 convidados. O salão no deck do proprietário oferece um ambiente mais relaxado, com tela de cinema, mesa de jogos e assentos confortáveis. A acomodação para convidados, incluindo duas cabines VIP e quatro cabines de hóspedes, cada uma com sua identidade visual única, garante o máximo de conforto e privacidade.

    Bem-Estar e Funcionalidade em Todos os Decks

    O deck da ponte é dedicado à saúde e ao bem-estar, abrigando uma academia completa com vistas panorâmicas e uma suíte de bem-estar com sauna, hammam e sala de tratamentos. Um átrio aberto com escada conecta todos os decks, coroado por uma escultura dramática de Dale Chihuly, adicionando um toque artístico à grandiosidade da embarcação. O sundeck, concebido como um hub para o dia a dia, dispõe de áreas de estar, cinema ao ar livre, bar completo, cozinha externa com churrasqueira e teppanyaki, além de um jacuzzi e TV cercados por amplos solários. O Project Vento se apresenta como um verdadeiro palácio flutuante, combinando engenharia de ponta com um luxo inigualável.

  • Captain Arctic: O Superiate Ecológico que Revoluciona o Turismo de Luxo no Ártico

    Captain Arctic: O Superiate Ecológico que Revoluciona o Turismo de Luxo no Ártico

    Com emissões próximas de zero e design inovador, o iate a vela redefine a exploração sustentável em regiões polares.

    Um Novo Padrão em Navegação Sustentável

    O mundo da navegação de luxo está prestes a ganhar um novo marco com o lançamento do Captain Arctic, um veleiro de expedição de 229,7 pés que promete ser o primeiro do gênero verdadeiramente sustentável. Desenvolvido pela jovem empresa francesa Selar, o iate incorpora tecnologia de ponta para minimizar seu impacto ambiental, oferecendo uma experiência de luxo inigualável em ambientes remotos.

    Inovação em Energia e Design

    O Captain Arctic se destaca por suas cinco velas rígidas patenteadas e com painéis solares, capazes de gerar grande parte de sua energia. Complementando este sistema, o iate possui um casco reforçado com aço inoxidável e projetado para resistir ao gelo, o que, segundo a Selar, resulta em uma redução de 90% nas emissões de carbono em comparação com embarcações tradicionais. A energia é ainda suplementada por dois eixos de hélice que funcionam como hidroturbinas. Para a geração de água doce e aquecimento, o iate utiliza um sistema de osmose reversa e uma caldeira a pellets, alimentada por resíduos de madeira reciclada, garantindo um ciclo de vida sustentável.

    Visão e Legado de uma Exploradora

    A força motriz por trás do Captain Arctic é Sophie Galvagnon, exploradora franco-sueca que se tornou a mais jovem capitã do Ártico do mundo aos 26 anos. Cofundadora da Selar, Galvagnon sentiu a necessidade de criar uma embarcação que não prejudicasse os ecossistemas que ela tanto ama explorar. “Eu estava destruindo a mesma coisa que me dava sentido à vida”, confessou Galvagnon, que trabalhou na navegação comercial antes de se apaixonar pela beleza das regiões polares. Sua experiência em navegação em condições extremas de gelo a levou a buscar uma alternativa mais verde para o crescente turismo polar, que tem gerado preocupações ambientais significativas devido ao aumento do tráfego marítimo e das emissões de carbono.

    Experiências Autênticas e Impacto Positivo

    Disponível para aluguel a partir de novembro de 2026, o Captain Arctic navegará pelas costas da Noruega, Svalbard e Groenlândia. O iate acomoda até 36 hóspedes em 19 cabines, com uma proporção de 1:1 entre tripulação e passageiros, incluindo guias especializados. Os interiores, projetados pela arquiteta francesa Joséphine Fossey, combinam conforto com um design de meados do século moderno. As amenidades incluem um spa ao ar livre com sauna e banho frio norueguês, um bar estilo anos 1920, biblioteca e lounges panorâmicos. Um laboratório científico a bordo se dedicará à pesquisa e proteção ambiental das regiões polares. A experiência a bordo incentivará os hóspedes a se desconectarem, com interrupções programadas do Wi-Fi, permitindo que os roteiros sejam guiados pela natureza. Atividades como excursões para observação da Aurora Boreal, esqui e o espetáculo “Dancing With Orcas” prometem imersão total na natureza, com um foco em experiências autênticas e de baixo impacto, como a coleta gratuita de lixo plástico a partir de 2027 e o fornecimento de suprimentos para bases científicas remotas.

  • Rádio VHF em Barcos: É Obrigatório ou Apenas Recomendado? Entenda as Regras e Dicas de Segurança

    Navegação Segura: O Rádio VHF é Essencial no Seu Barco?

    Navegar é sinônimo de liberdade, mas a segurança deve ser sempre a prioridade. A Norma da Autoridade Marítima para Embarcações de Esporte e/ou Recreio (Normam-03) estabelece regras claras para garantir essa segurança, e uma delas diz respeito ao uso do rádio VHF. Embora não seja obrigatório em todas as situações, especialistas concordam: ter um rádio VHF a bordo é altamente recomendável.

    Obrigatoriedade do Rádio VHF: O Que Diz a Lei?

    A necessidade do rádio VHF varia conforme o tipo de embarcação e a área de navegação. Entenda os cenários:

    Navegação Interior

    Em águas abrigadas como rios, lagos, represas e baías, a obrigatoriedade do rádio VHF é mais flexível:

    • Embarcações Miúdas: Barcos motorizados de até 5 metros (16 pés) e embarcações sem cabine e propulsão mecânica de até 8 metros (26 pés) não precisam de rádio VHF.
    • Barcos de Médio Porte: Embarcações de até 24 metros (78 pés), excluindo as miúdas, também não têm obrigatoriedade, mas a norma recomenda o equipamento.
    • Barcos Grandes ou Iates: Para embarcações de 24 metros (79 pés) ou mais, o rádio VHF é obrigatório, mesmo em navegação interior.

    Navegação Costeira e Oceânica

    Em mar aberto, as regras se tornam mais rigorosas:

    • Obrigatório para Médios e Grandes Portes: O rádio VHF fixo é obrigatório e indispensável para barcos de médio e grande porte que realizam navegação costeira ou oceânica.
    • Embarcações de Apoio: Mesmo as embarcações de apoio devem portar o equipamento ao sair para navegação nessas condições, independentemente do seu porte.

    Por Que Ter um Rádio VHF, Mesmo Quando Não é Obrigatório?

    Especialistas em navegação como Guilherme Kodja e Marcio Dottori reforçam a importância do rádio VHF, mesmo em situações onde a lei não o exige. Kodja destaca que o equipamento, especialmente os modelos portáteis, oferece comunicação eficiente e é uma ferramenta de segurança auxiliar crucial. Eles são submergíveis, flutuam e são resistentes à água, tornando-se um item de primeira utilidade.

    Marcio Dottori complementa que, apesar da onipresença dos celulares, o sinal nem sempre é confiável em alto mar. O rádio VHF garante um meio de comunicação mais assertivo, fundamental em situações de emergência para contatar outros barcos ou a Marinha do Brasil. Saber os comandos básicos para pedir socorro é, portanto, essencial.

    Comandos de Emergência no Rádio VHF

    Em caso de necessidade, utilize os seguintes protocolos no canal 16 (monitorado pela Marinha) e, em seguida, no canal 68 (para comunicações gerais):

    • Mayday (Três vezes): Para risco iminente de naufrágio. Informe nome do barco, posição, detalhes da ocorrência (afundando, acidente), número de pessoas a bordo e o que precisa com urgência.
    • Pan (Três vezes): Para emergências médicas (dor forte, ferimentos, desmaio). Informe nome do barco, posição e detalhes da ocorrência médica.
    • Security (Três vezes): Para alertar sobre objetos perigosos à navegação. Informe nome do barco, posição e descrição do objeto.

    Em todos os casos, informe a posição com coordenadas GPS. Se indisponível, descreva a localização com base em pontos de referência fixos.

    Dúvidas Frequentes Sobre Rádios VHF

    Licença para Rádios

    Rádios portáteis não exigem licença. Rádios fixos (VHF ou HF) necessitam de autorização da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) através da Licença de Estação Móvel Marítima, obtida pelo sistema mosaico.

    Compatibilidade de Rádios VHF

    Apenas rádios VHF marítimos, que operam na frequência de 156 a 162 Mhz, são adequados para uso em embarcações. Walkie-talkies comuns não funcionam, pois a frequência marítima é padronizada mundialmente para garantir a comunicação.

    Rádio HF em Embarcações de Lazer

    O rádio HF (longuíssima distância) é exigido pela Normam-03 apenas para iates e embarcações em navegação costeira ou oceânica. Dottori não vê necessidade para outras embarcações de lazer, pois o VHF portátil atende às demais necessidades.

    Localização por Rádio VHF

    O rádio VHF em si não possui a capacidade de rastrear uma embarcação em mar aberto apenas pelo sinal. Para localização, são necessários outros equipamentos e sistemas, como o AIS (Sistema de Identificação Automática).

  • Paraense de 24 anos viraliza com potente “jet” de madeira inspirado no Homem-Aranha

    Invenção Inusitada que Navega pelos Rios do Pará

    Um jovem paraense de 24 anos, Elilon Lacerda, morador de Breves, na Ilha de Marajó, tem chamado atenção nas redes sociais com sua criação audaciosa: um potente jet ski artesanal feito inteiramente de madeira. A embarcação, apelidada de “rabejet”, não só impressiona pela velocidade e design, mas também por detalhes como motor de rabeta, luzes de LED e uma pintura inspirada no super-herói Homem-Aranha. Vídeos da invenção navegando pelos rios paraenses já acumulam quase um milhão de visualizações, atraindo curiosidade e pedidos de encomenda.

    O Sonho de Criança que Virou Realidade Artesanal

    A paixão de Elilon pelas águas e por embarcações é antiga. Ele revela que o sonho de ter um jet ski próprio o acompanha desde a infância, mas as limitações financeiras de sua família humilde o impediram de realizar o desejo na época. Decidido a construir seu próprio brinquedo, Elilon dedicou quatro anos ao planejamento e à construção do “rabejet”. A embarcação, construída com base de madeira cedrorana – material tradicionalmente usado em canoas da região –, tem aproximadamente 3,20 metros de comprimento e capacidade para duas pessoas. O motor de rabeta, com partida elétrica e 18 hp de potência, garante um desempenho notável.

    Cultura Ribeirinha e Inovação em Cada Detalhe

    O “rabejet” de Elilon é mais do que uma simples moto aquática; ele representa a fusão entre a cultura ribeirinha amazônica e a inovação. Em Breves, onde o acesso fluvial é o principal meio de transporte, as embarcações são essenciais para o cotidiano. Elilon utiliza sua invenção para diversas finalidades, desde passeios recreativos até entregas, como de açaí. A personalização com luzes de LED, farol e a pintura temática do Homem-Aranha, feita por um amigo, adicionam um toque autoral e criativo à embarcação.

    Desafios e o Futuro da Produção Artesanal

    Apesar do sucesso e do reconhecimento, a produção do “rabejet” de madeira de Elilon precisou ser pausada devido à falta de materiais e limitações financeiras. O construtor amador, no entanto, expressa o desejo de retomar a fabricação assim que as condições permitirem. Enquanto isso, ele continua compartilhando os bastidores da construção e os momentos de navegação de sua criação nas redes sociais, inspirando outros com seu talento e perseverança.