Author: gabriel

  • Jaqueta Encontrada a 3 Mil Metros de Profundidade: Símbolo do Lixo Humano em Ecossistemas Intocados

    Um achado inesperado nas profundezas do oceano

    Durante uma expedição científica em junho deste ano, pesquisadores a bordo do navio de pesquisa Schmidt Ocean Institute fizeram uma descoberta surpreendente e preocupante a quase 3 mil metros de profundidade. O objetivo da missão era estudar os impactos das falhas na Dorsal Mesoatlântica, a maior cordilheira submarina do mundo. No entanto, em vez de apenas observar um ecossistema desconhecido, a equipe se deparou com um problema cada vez mais presente: o lixo humano.

    O lixo chega aos confins do planeta

    A 3 mil metros de profundidade e a impressionantes 7 mil km da costa brasileira, em uma área considerada um dos últimos refúgios intocados do planeta, os cientistas encontraram uma jaqueta e uma lata de bebida. O professor Ronaldo Christofoletti, da Unifesp e membro da expedição, destacou a importância do achado. “Encontramos uma blusa e uma lata de bebida”, afirmou.

    Tecnologia para retirar o lixo do fundo do mar

    A jaqueta foi recuperada com o auxílio de um Veículo Operado Remotamente (ROV), um robô subaquático controlado por operadores na superfície através de um cabo. Essa tecnologia permitiu que o objeto fosse trazido à tona, servindo como um testemunho físico da poluição que atinge até os locais mais remotos.

    Um alerta para a humanidade

    Para o professor Christofoletti, a descoberta deveria gerar tanta comoção quanto a revelação do lado oculto da Lua. “Se nos emocionamos ao ver o lado oculto da Lua, deveríamos nos perturbar tanto quanto ao ver o lado oculto do fundo do mar coberto pelo nosso lixo”, ressaltou o pesquisador. O achado serve como um contundente alerta sobre a necessidade urgente de combater a poluição marinha e proteger os ecossistemas oceânicos, mesmo aqueles que parecem distantes e intocados.

  • Dono de estaleiro abre mão de R$ 2 bilhões e doa empresa à caridade para preservar cultura e funcionários

    Dono de estaleiro abre mão de R$ 2 bilhões e doa empresa à caridade para preservar cultura e funcionários

    Eddie Smith Jr., proprietário do estaleiro Grady-White Boats, tomou uma decisão atípica aos 83 anos: em vez de vender sua empresa e embolsar cerca de R$ 2 bilhões, ele optou por doá-la à caridade. A iniciativa visa garantir a preservação da cultura da companhia e o bem-estar de seus 350 funcionários, mesmo após sua saída do comando.

    Um Legado Além do Dinheiro

    Smith Jr. decidiu destinar todos os futuros lucros da Grady-White Boats a uma organização sem fins lucrativos que apoiará diversas instituições de caridade. Essa decisão, que representa a renúncia a aproximadamente US$ 400 milhões (cerca de R$ 2 bilhões), foi motivada por perdas pessoais e pela crença de que a empresa possui uma “alma” que não deveria ser comprometida por novos proprietários. A morte de sua esposa em 2020 e de seu filho em 2021, que seria seu sucessor, foram marcos importantes em sua reflexão.

    Preservando a Cultura e os Colaboradores

    O empresário expressou receio de que potenciais compradores não mantivessem os benefícios oferecidos aos funcionários, como planos de aposentadoria robustos, participação nos lucros, programas de educação financeira, atendimento médico no local e um capelão corporativo. “Esta empresa tem uma alma, e eu não queria perder isso”, afirmou Smith Jr. ao The New York Times.

    O Modelo Inovador do ‘Purpose Trust’

    Para concretizar sua visão, Smith Jr. utilizou um modelo conhecido como ‘purpose trust’ (fundo fiduciário perpétuo). Ele transferiu as ações com direito a voto da Grady-White para essa entidade jurídica, garantindo que a empresa permaneça independente e seja gerida de acordo com seus valores, sem possibilidade de venda. As ações restantes, sem direito a voto, serão destinadas a uma organização sem fins lucrativos do tipo 501(c)(4).

    Um Propósito Nobre para o Futuro

    Os lucros não reinvestidos no negócio serão repassados à organização sem fins lucrativos, que os aplicará em áreas como conservação ambiental, saúde e educação. “Não estou obtendo nenhum benefício fiscal ou de qualquer outro tipo. E estou doando a grande maioria do meu patrimônio”, declarou Smith Jr. Ele se inspirou em Yvon Chouinard, fundador da Patagonia, que também adotou um modelo similar em 2022. Este é considerado o maior fundo fiduciário perpétuo com organização beneficente afiliada nos EUA desde o da Patagonia e o primeiro na indústria náutica.

    Uma Trajetória de Sucesso e Despedida

    Smith Jr. assumiu a Grady-White em 1968, salvando-a da falência. Dedicou décadas de trabalho árduo para reerguer a empresa, que na época fabricava barcos de madeira em um armazém precário. Sua decisão de “se despedir” da companhia, mantendo o controle e os valores intactos, marca um capítulo final de sucesso em sua longa trajetória no mundo náutico.

  • George Russell: O Piloto de F1 que Encontra Paz nas Águas de Capri em seu Novo Iate Pershing 6X

    George Russell: O Piloto de F1 que Encontra Paz nas Águas de Capri em seu Novo Iate Pershing 6X

    Descubra como o piloto da Mercedes-AMG PETRONAS F1 se desconecta da adrenalina das pistas através do freediving e da tranquilidade de sua embarcação.

    A Fórmula 1 é um esporte que exige o máximo dos seus competidores, com pressão constante, velocidade extrema e um ritmo implacável. Para recarregar as energias durante o recesso de verão da categoria, muitos pilotos optam por refúgios luxuosos no Mediterrâneo. George Russell, piloto da Mercedes-AMG PETRONAS, encontrou seu santuário particular em Capri, a bordo de seu recém-adquirido iate Pershing 6X. Longe dos holofotes e do rugido dos motores, Russell descobriu no freediving uma forma única de relaxamento e desconexão.

    De Fazendeiro a Navegador: Uma Nova Paixão Revelada

    Russell confessa que sua infância no campo não o preparou para o amor pela água. Inicialmente, ele sentia receio do mar. No entanto, foi sua namorada, Carmen Mundt, que o introduziu ao mundo náutico, despertando uma nova apreciação. O que começou como passeios de barco evoluiu para uma paixão pela tranquilidade que o oceano proporciona, um contraste bem-vindo à agitação do automobilismo.

    Freediving: A Arte de Desconectar Profundamente

    A introdução ao freediving veio de uma fonte inesperada: Toto Wolff, chefe de equipe da Mercedes. Longe de ser um treino para aumentar a resiliência mental, Russell explica que a prática é focada na respiração e no relaxamento profundo. A necessidade de estar totalmente presente, concentrando-se apenas no ato de respirar, permite que ele se desligue completamente das demandas da F1. A beleza e a paz encontradas nas profundezas, sem a necessidade de equipamentos de mergulho, tornaram-se seu refúgio para a saúde mental.

    O Pershing 6X: O Palco Perfeito para o Relaxamento

    O iate Pershing 6X, com seus 62 pés de comprimento, representa o cenário ideal para Russell recarregar as baterias. A embarcação, conhecida por seu desempenho e velocidade, permite que ele navegue com facilidade, mas é a sensação de estar a bordo, longe do circuito, que realmente o revitaliza. Ele descreve a experiência de estar na água como um momento de desconexão total, onde pode simplesmente apreciar a paisagem e encontrar paz, sem a pressão de competir, mesmo em atividades de lazer.

    Uma Terapia Subaquática Longe das Pistas

    Russell enfatiza que o freediving não é sobre testar limites físicos ou competir, mas sim sobre cultivar a saúde mental. A prática o ensina a relaxar de verdade, uma habilidade valiosa em um esporte de alta pressão. Ele gosta de descer, sentar no fundo e absorver o ambiente, encontrando beleza e serenidade longe do caos das corridas. Aos 23 metros de profundidade, ele encontra um ponto de equilíbrio, uma forma de recarregar sua mente e corpo para os desafios que virão nas próximas temporadas da Fórmula 1.

  • Setor Náutico Brasileiro Resiste a Tarifas dos EUA e Cresce com Foco em Qualidade e Inovação

    Indústria Náutica Brasileira Demonstra Resiliência Diante de Desafios

    A indústria náutica brasileira, apesar de um cenário global mais desafiador com juros altos e desaceleração econômica, mostra-se resiliente. Ernani Paciornik, presidente do Grupo Náutica, avalia que as recentes tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, embora representem um obstáculo, não configuram uma crise para o setor. Em entrevista ao Real Time, do Times Brasil, Paciornik relembrou barreiras tarifárias anteriores, como uma de 50% que o setor superou, e destacou a capacidade de adaptação dos estaleiros brasileiros.

    Tarifa Americana: Impacto Calculado e Vantagem Competitiva Preservada

    Paciornik esclareceu que a nova tarifa de 25% imposta pelos EUA não se traduz diretamente em um aumento de igual percentual no valor final das embarcações. Ele explicou que a cobrança incide sobre a parcela brasileira do produto, como casco e mão de obra, e não sobre componentes importados ou serviços agregados no destino. Essa nuance faz com que o impacto real seja menor, estimado entre 10% e 12%. Segundo ele, a boa relação custo-benefício e a alta qualidade dos barcos brasileiros ainda garantem uma posição competitiva no mercado internacional, mesmo com essa nova taxa.

    Diversificação de Mercados e Busca por Inovação Sustentável

    Embora os Estados Unidos sejam um mercado importante para a exportação de embarcações de lazer, o setor náutico brasileiro tem investido há anos na diversificação de seus destinos comerciais. Paciornik enfatizou que a presença internacional da indústria nacional é consolidada e que os estaleiros mais preparados, com padrões internacionais de qualidade e compliance, estão aptos a contornar os desafios impostos pela nova tarifa. Além disso, a indústria está atenta às demandas por sustentabilidade, com o desenvolvimento de projetos em hidrogênio e a adoção de motores elétricos, demonstrando um compromisso com o meio ambiente e a inovação tecnológica. Um protótipo de motor de popa a hidrogênio será apresentado em breve.

    Potencial de Emprego e Alerta Contra Barreiras Internas

    Paciornik defendeu a importância da indústria náutica como um setor gerador de empregos qualificados, ressaltando seu caráter artesanal e a pouca automação em sua produção. Ele alertou que os maiores riscos para o setor não vêm das tarifas externas, mas sim de possíveis entraves internos, como o aumento da carga tributária ou a percepção de que a náutica é um segmento supérfluo. Ele ressaltou que o setor movimenta uma vasta cadeia produtiva, desde a construção e manutenção até marinas e serviços associados à economia do mar. Apesar dos desafios conjunturais, Paciornik se mostra otimista quanto ao desempenho futuro, especialmente para embarcações de maior porte, e destaca a vocação natural do Brasil para a náutica, impulsionada também pela busca por lazer ao ar livre intensificada pela pandemia.

  • Schaefer Yachts Amplia Apoio à Vela: Renova Parceria com Bruno Fontes e Patrocina Instituto que Forma Novos Campeões Olímpicos

    Legado e Evolução na Vela

    A Schaefer Yachts, reconhecida no mercado náutico de luxo, reforçou seu compromisso com a vela esportiva brasileira ao firmar novos contratos de patrocínio. A principal novidade é a renovação da parceria com o campeão mundial e velejador olímpico Bruno Fontes. Além disso, o estaleiro expandiu seu apoio, patrocinando pela primeira vez o Instituto Bruno Fontes, uma iniciativa dedicada a formar jovens talentos da vela e promover impacto social.

    Mais que um Patrocínio, um Legado Esportivo

    Os acordos, anunciados no último sábado (25), foram descritos por Bruno Fontes como um “legado”, simbolizando a continuidade de uma relação que iniciou em 2023. “Ao longo desses anos, compartilhamos desafios, conquistas e momentos que marcaram minha carreira”, destacou o atleta. A renovação com Fontes representa “mais um passo” na trajetória, agora com a inclusão do Instituto Bruno Fontes, que visa preparar atletas para competirem em nível mundial e formar cidadãos conscientes.

    Formando Atletas e Cidadãos para o Futuro

    O Instituto Bruno Fontes tem como missão democratizar o acesso à vela de alto rendimento, acreditando que com os recursos certos – um barco, um treinador e um método eficaz – talentos podem ser lapidados para alcançar o estrelato. O objetivo atual é preparar velejadores para as Olimpíadas de Los Angeles em 2028. “Não se trata apenas de apoiar uma carreira. Trata-se de acreditar que o esporte transforma vidas, desenvolve pessoas e inspira futuros campeões”, ressaltou Fontes, alinhado aos valores de “dedicação, evolução e paixão” da Schaefer Yachts.

    Bruno Fontes: Experiência e Inspiração

    Bruno Fontes, atleta de destaque na Classe ILCA 7, recentemente conquistou o Campeonato Brasileiro da modalidade, somando sua oitava medalha nacional. Com um histórico de cinco participações olímpicas (três como atleta e duas como coach), Fontes, aos 44 anos, demonstra resiliência e excelência em competições, competindo contra adversários significativamente mais jovens. Seu sucesso é embasado em treinos metódicos e adaptações estratégicas.

    Incentivo Fiscal e Impacto Social

    O patrocínio ao Instituto Bruno Fontes é viabilizado pela Lei de Incentivo Fiscal ao Esporte, permitindo que empresas deduzam o valor investido diretamente do Imposto de Renda devido. Essa modalidade de patrocínio oferece visibilidade ESG (Ambiental, Social e Governança) para as empresas apoiadoras, além de relatórios de impacto sobre a contribuição. A iniciativa garante que recursos fiscais sejam direcionados para o desenvolvimento de novos talentos e para o impacto social positivo gerado pelo esporte.

  • Morre Carlo Borlenghi, o fotógrafo que capturou a alma da vela mundial e o vento em suas lentes

    Um Legado Visual Quase Centenário

    Carlo Borlenghi, renomado fotógrafo italiano e uma figura central na documentação da vela mundial, faleceu aos 70 anos. Reconhecido por suas imagens icônicas de regatas internacionais, Borlenghi dedicou quase cinco décadas de sua vida a construir a memória visual deste esporte, capturando momentos que definiram gerações de velejadores e entusiastas.

    Da Paixão Local à America’s Cup

    Nascido em Bellano, às margens do Lago de Como, Borlenghi deu os primeiros passos em sua carreira registrando regatas locais. Sua ascensão profissional se consolidou em 1983, aos 27 anos, quando viajou para Newport, nos Estados Unidos, para cobrir a primeira participação italiana na America’s Cup com o barco Azzurra. A partir desse marco, sua trajetória se entrelaçou com os principais eventos da vela global, acompanhando todas as edições da America’s Cup desde então e colaborando com equipes de renome como Il Moro di Venezia, Luna Rossa e Alinghi.

    O Olhar que ia Além da Competição

    O talento de Borlenghi transcendia a simples captura de barcos em movimento. Ele possuía uma habilidade ímpar para antecipar o instante decisivo, transformando manobras complexas, a força das ondas, as expressões dos velejadores e os detalhes a bordo em narrativas visuais poderosas. Seu vasto acervo abrange não apenas a America’s Cup, mas também clássicos internacionais, regatas patrocinadas pela Rolex, provas de volta ao mundo, feitos oceânicos de Giovanni Soldini, a Barcolana em Trieste, além de veleiros clássicos, superiates e a profunda conexão entre o ser humano, as embarcações e o mar.

    Técnica, Sensibilidade e uma Assinatura Inconfundível

    A excelência de Borlenghi residia em sua profunda compreensão técnica do esporte que fotografava. Cobrir uma regata exige uma leitura apurada do vento, da posição dos barcos, das manobras e uma capacidade de antecipação crucial. Trabalhar em movimento, muitas vezes a partir de botes, helicópteros ou outras plataformas, sem interferir na competição, demandava uma combinação única de habilidade e precisão. Carlo Borlenghi transformou essa fusão de técnica, sensibilidade e exatidão em sua marca registrada.

    Um Mestre Reconhecido e um Legado Vivo

    A Revista NÁUTICA, em sua edição 366, dedicou uma reportagem a Borlenghi, definindo-o como um “mestre das lentes” e citando Pier Luigi Loro Piana: “Carlo Borlenghi é um mestre das lentes. O único capaz de fotografar o próprio vento.” A publicação destacava a paixão do italiano pela vela, que ia além do trabalho, traduzida em imagens que capturavam a força invisível do vento e a emoção de quem vive o mar. Seu legado perdura não apenas em seu impressionante acervo, preservado em arquivos, livros e revistas, mas também no Studio Borlenghi, formado por fotógrafos que ele orientou a desenvolver seu próprio olhar, transmitindo sua filosofia de fotografar no mar. A morte de Borlenghi representa uma perda irreparável para a fotografia esportiva italiana e para a vela mundial, mas seu trabalho continua a inspirar e a contar a história deste esporte fascinante.

  • Joinville (SC) Inova com Novo Píer Flutuante para Impulsionar o Turismo Náutico na Baía de Babitonga

    Infraestrutura Moderna para Embarcações de Grande Porte

    Joinville, a maior cidade de Santa Catarina, celebrou no último domingo (2) a inauguração de um novo e moderno píer flutuante no bairro Espinheiros. A estrutura, construída com recursos do Fundo Municipal de Promoção do Desenvolvimento Sustentável, foi projetada para receber embarcações de até 100 pés de comprimento, impulsionando significativamente o potencial turístico náutico da região. O novo píer substitui uma estrutura anterior que havia sido danificada e não pôde ser recuperada.

    Tecnologia de Ponta para a Baía de Babitonga

    A construção contou com a expertise da SF Marina, empresa líder mundial em soluções náuticas, que aplicou sua tecnologia em concreto, marcando sua quarta entrega no Brasil. A Metalu complementou o projeto com as estruturas metálicas, incluindo a passarela de acesso que se adapta harmoniosamente ao movimento das marés da Baía de Babitonga. A prefeita Rejane Gambin ressaltou a importância do píer como um “atracadouro moderno, acessível e preparado para acompanhar o movimento das marés”, o que vai aprimorar a utilização dos atrativos náuticos da cidade.

    Um Marco para o Futuro do Turismo Náutico

    O secretário de Cultura e Turismo de Joinville, Guilherme Gassenferth, enfatizou que a nova infraestrutura é um “marco inicial para o futuro do turismo náutico” na cidade. “Queremos que as pessoas venham pra cá e naveguem na nossa baía, que é uma das mais bonitas do Brasil. Mas sem infraestrutura isso não acontece”, declarou Gassenferth, destacando o papel fundamental do píer para atrair visitantes e fomentar a economia local através do turismo náutico.

    Detalhes da Nova Estrutura e Usabilidade

    O píer flutuante de uso público é composto por seis módulos, sendo cinco deles alinhados para formar um atracadouro com aproximadamente 55 metros de extensão. Essa configuração permite o acoplamento de embarcações de grande porte, como o Barco Príncipe, que realiza passeios turísticos na Baía de Babitonga. A estrutura conta com piso tátil, guarda-corpos, iluminação, bancos e dispositivos para amarração. O local está liberado para embarque, desembarque, carga e descarga, com um tempo máximo de permanência de 15 minutos atracado. As regras completas de uso estão disponíveis nos canais oficiais da prefeitura.

  • Orlas Brasileiras Viram Polos de Esporte e Bem-Estar Gratuitos com a Iniciativa Mude

    Orlas Ganham Nova Vida com Projetos de Bem-Estar

    As orlas brasileiras estão se reinventando, indo além de seu papel tradicional como áreas de lazer e contemplação. A empresa Mude tem liderado essa transformação, ampliando sua atuação em diversas cidades litorâneas do país, como Rio de Janeiro, Fortaleza, Florianópolis, Balneário Camboriú e Recife. O objetivo é converter esses espaços públicos à beira-mar em polos gratuitos de esporte e bem-estar, oferecendo aulas, academias ao ar livre e experiências voltadas para a saúde.

    Academia Aberta à Beira-Mar

    A proposta da Mude é clara: transformar a orla em uma extensão da rotina de quem busca um estilo de vida ativo. Modalidades como yoga, funcional, HIIT, pilates, dança, vôlei de praia, beach tennis, surfe e stand up paddle podem ser integradas à programação, adaptando-se à realidade de cada localidade. Essa iniciativa cria uma “academia aberta”, onde a atividade física ocorre em harmonia com a paisagem natural e o ritmo urbano, incentivando a ocupação positiva dos espaços públicos.

    Estruturas Duráveis e Funcionais para Litoral

    Um dos diferenciais da Mude são as “Estações Mude”, mobiliários urbanos desenvolvidos especificamente para ambientes externos e expostos às condições do litoral. Fabricadas em inox, essas estruturas são projetadas para resistir à maresia e ao uso contínuo, garantindo durabilidade e baixa manutenção. Além da função esportiva, os equipamentos também servem como pontos de mídia e comunicação, permitindo a associação de marcas a um estilo de vida saudável e ao ar livre.

    Bem-Estar e Identidade Urbana Fortalecidos

    A presença da Mude em cidades costeiras reflete uma tendência crescente de valorização da orla como espaço de bem-estar. Ao aproximar o treino do mar, a iniciativa aproveita a vocação natural desses locais para a prática esportiva e a convivência. Essa ocupação ressignifica o uso dos espaços públicos, reunindo moradores e turistas em torno de uma programação acessível e integrada. Em um país com forte relação com o litoral, essa combinação de praia, esporte e saúde fortalece não apenas os hábitos ativos, mas também a identidade urbana dos destinos à beira-mar, projetando uma imagem de vitalidade e conexão com a natureza.

  • Avistamento de Baleias Jubarte no Farol da Barra: Experiência Turística e Científica a Partir de R$ 10

    Um Ponto de Encontro Privilegiado

    O Farol da Barra, em Salvador, oferece uma oportunidade única para avistar baleias jubarte, com a iniciativa do Projeto Baleia Jubarte em parceria com a Marinha do Brasil. O Museu Náutico da Bahia funciona como um ponto fixo de observação, proporcionando uma experiência que une pesquisa científica, educação ambiental e turismo. Em 2025, cerca de 1,4 mil baleias foram avistadas deste local estratégico.

    Atividades Educacionais e Culturais

    Além da observação direta, o Museu Náutico da Bahia abriga, até 11 de outubro, a exposição “Salvador das Baleias”. A mostra, com apoio da Prefeitura, explora a rica história da relação entre a cidade e esses mamíferos marinhos. Os visitantes podem aprender sobre o passado da caça às baleias na época colonial, a biologia e o comportamento das espécies, a importância da conservação marinha e o desenvolvimento do turismo de observação.

    Como Participar

    A visita ao ponto de observação e à exposição “Salvador das Baleias” tem um custo acessível a partir de R$ 10, tornando a experiência democrática. O Projeto Baleia Jubarte utiliza o local diariamente para o monitoramento das baleias e outros cetáceos, contando com a colaboração de pesquisadores e estagiários.

    Projeto Baleia Jubarte: Ciência e Conservação

    O trabalho realizado no Farol da Barra é fundamental para a pesquisa e a conservação das baleias jubarte. Ao integrar a comunidade local e turistas nas atividades de observação e educação, o projeto promove a conscientização sobre a importância desses animais para o ecossistema marinho e o desenvolvimento sustentável do turismo na região.

  • Conheça o Amadea: O Superiate de US$ 250 Milhões do Jovem Bilionário de Dubai

    Conheça o Amadea: O Superiate de US$ 250 Milhões do Jovem Bilionário de Dubai

    A embarcação luxuosa, adquirida em leilão após apreensão, serve como escritório flutuante e símbolo de poder para Abbas Sajwani.

    Um Escritório Palaciano sobre as Águas

    O Amadea, um superiate de impressionantes 348 pés, não é apenas um símbolo de riqueza para Abbas Sajwani, o jovem magnata imobiliário de Dubai. Com seu interior suntuoso, incluindo um elevador dourado, o iate funciona como um escritório palaciano de onde ele gerencia seu império. Sajwani adquiriu a embarcação em um leilão secreto em setembro passado, após ela ter sido confiscada do oligarca russo Suleiman Kerimov.

    Luxo e Detalhes Incomparáveis

    A bordo do Amadea, os detalhes impressionam: paredes de teca com incrustações intrincadas, um bar esculpido em mármore grego e um piano de cauda Pleyel feito sob medida. O iate, construído em 2017 pelo estaleiro alemão Lürssen, ostenta seis decks, incluindo um “jardim de inverno” com piscina aquecida externa, uma sala de cinema com lareira, uma piscina infinita de 10 metros com bar aquático, além de spa, salão de beleza, academia e heliponto. Sajwani, que herdou o faro para negócios de seu pai, o bilionário Hussain Sajwani, foca no setor ultra-luxuoso com sua empresa AHS Properties.

    Uma Aquisição Estratégica e um Legado Familiar

    Filho do magnata imobiliário conhecido como o “Donald de Dubai”, Abbas Sajwani trilhou seu próprio caminho, fundando a AHS Properties em 2021. Enquanto seu pai construiu um vasto portfólio, Abbas se concentrou no mercado de ultra-luxo, adquirindo e renovando vilas e, mais tarde, desenvolvendo torres residenciais de luxo. A aquisição do Amadea, avaliado em cerca de US$ 250 milhões, foi vista por ele como a realização de múltiplos desejos, desde o design interior à sua funcionalidade como base de operações. Ele comprou o iate por um valor consideravelmente abaixo de seu valor de mercado, após ele ter sido apreendido e mantido sob custódia do governo dos EUA.

    Um Escritório Flutuante e um Olhar para o Futuro

    O Amadea serve como um centro de operações para Sajwani, que o utiliza tanto para reuniões de negócios quanto para entretenimento. Ele passa os verões no sul da França e os invernos em St. Barths, sempre a bordo de seu iate. Sajwani não vê o Amadea como um refúgio de férias, mas sim como um lugar para viver e trabalhar, mantendo uma rotina semelhante à que teria em terra. Sua confiança no mercado imobiliário de Dubai é evidente em aquisições recentes, como a do hotel Shangri-La por US$ 300 milhões, e em planos futuros para um complexo multiuso chamado AHS City, com previsão de inauguração em 2030.